SSPLF/PROCON: MEGA OPERAÇÃO: Lauro de Freitas inicia fiscalização em postos de combustíveis com ação conjunta

Na manhã desta sexta-feira, a cidade de Lauro de Freitas foi palco de uma grande ação de fiscalização voltada ao setor de combustíveis. A operação, intitulada “Lauro Preço Legal”, foi iniciada pelo Procon Lauro de Freitas, em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública e Ordem Pública, além da atuação da Defesa Civil e de toda a equipe coordenada pelo secretário Glauber Morais. A força-tarefa começou por volta das 6h da manhã, com o objetivo de vistoriar postos de combustíveis em diferentes regiões do município. A iniciativa busca garantir o cumprimento da legislação, a regularidade dos serviços prestados e a proteção dos direitos do consumidor. De acordo com as informações levantadas durante a operação, 39 postos de combustíveis integram o cronograma de fiscalização. Até o momento, 15 estabelecimentos já foram fiscalizados, marcando o início de uma ação que deve continuar ao longo dos próximos dias. A previsão é de que a operação tenha sequência até a última semana de março, avançando até o início do mês de abril. A expectativa é ampliar o alcance da fiscalização e assegurar mais transparência nas práticas comerciais adotadas pelos estabelecimentos do setor. A equipe do V4 News acompanhou de perto toda a movimentação e traz, com exclusividade, os bastidores e as principais informações sobre a mega operação que mobiliza órgãos municipais em Lauro de Freitas. Com a operação “Lauro Preço Legal”, a gestão municipal reforça a importância da fiscalização integrada e do acompanhamento contínuo para garantir mais segurança, ordem pública e respeito ao consumidor.

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Investigação muda rumo e revela detalhe inesperado no assassinato da adolescente Thamiris Souza Pereira

O caso da adolescente Thamiris ganhou uma reviravolta que deixou Lauro de Freitas e Salvador em choque: um homem que era vizinho da vítima e chegou a participar das buscas foi preso pela Polícia Civil como suspeito de envolvimento no crime. O corpo da jovem foi encontrado em uma área de mata, após dias de desaparecimento, e a investigação avançou com base em depoimentos, análise de movimentações e provas técnicas reunidas pelos investigadores. Segundo a polícia, o suspeito levantou inconsistências durante o depoimento, o que acabou levando à prisão. De acordo com informações divulgadas por delegados responsáveis pelo caso, a hipótese inicial de envolvimento de terceiros ligados a outras versões foi descartada, e a linha principal aponta para um crime com motivação ainda sob investigação, podendo envolver represália ou circunstâncias pessoais. A Polícia Civil reforçou que as apurações continuam para esclarecer completamente o que aconteceu e se há participação de outras pessoas.

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Prefeita Débora Régis garante proteção ao contribuinte e atualiza regras do IPTU 2026 em Lauro de Freitas

A prefeita Débora Régis publicou o Decreto Municipal nº 5.608, de 4 de março de 2026, promovendo ajustes importantes no calendário fiscal de tributos e rendas do município de Lauro de Freitas. A medida atualiza dispositivos do Decreto nº 5.584/2025 e estabelece novas regras de vencimento, parcelamento e benefícios fiscais para o exercício de 2026, reforçando o compromisso da gestão municipal com a justiça fiscal e o equilíbrio social. A iniciativa busca organizar o calendário tributário, facilitar o planejamento financeiro dos contribuintes e garantir maior previsibilidade na arrecadação municipal. Entre as principais mudanças estão a definição dos novos prazos de pagamento do IPTU e a manutenção de políticas de proteção aos contribuintes de menor renda, alinhadas ao Código Tributário do Município. Um dos pontos de maior impacto social do decreto é a isenção do IPTU para contribuintes que possuem apenas um imóvel residencial, utilizado exclusivamente como moradia, com valor venal de até R$ 60 mil. A medida beneficia cerca de 30 mil famílias de menor poder aquisitivo e reforça a política de justiça tributária adotada pela gestão da prefeita Débora Régis. Para ter acesso ao benefício, o contribuinte precisa manter o cadastro do imóvel regularizado, com CPF válido vinculado ao titular. Além disso, o decreto mantém a chamada “trava fiscal”, que limita o aumento nominal do IPTU em 2026, evitando reajustes excessivos e garantindo maior previsibilidade para os contribuintes. A regra só não se aplica a imóveis que passaram por alterações físicas ou cadastrais, como aumento de área construída ou mudança de uso. Também foram definidos descontos em até 15% e os prazos para pagamento do IPTU em cota única, com vencimento em 31 de março de 2026, ou parcelado em até dez vezes, com vencimentos mensais até dezembro. A Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares (TRSD) seguirá os mesmos prazos e condições do IPTU. Segundo a prefeitura, a atualização do calendário fiscal busca alinhar responsabilidade fiscal com sensibilidade social. Ao ampliar a proteção para contribuintes de menor renda e estabelecer limites para o crescimento dos tributos, a gestão de Débora Régis reforça uma política de arrecadação equilibrada, que preserva a capacidade de investimento do município sem penalizar a população. Com a publicação do novo decreto, permanecem em vigor todos os demais dispositivos do calendário fiscal instituído em dezembro de 2025. As alterações entram em vigor imediatamente, com efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2026, garantindo que os benefícios e regras de limitação de aumento sejam aplicados já neste exercício. A medida consolida mais um passo da gestão da prefeita Débora Régis na construção de uma política tributária mais justa, transparente e socialmente responsável em Lauro de Freitas.

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justiça mantém prisão de Hytalo Santos e marido por produção de conteúdo com menores

O influenciador Hytalo Santos e o marido dele, Israel Vicente, conhecido como “Euro”, foram condenados pela Justiça da Paraíba por produção de conteúdo pornográfico envolvendo menores de idade. A sentença foi proferida pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da cidade de Bayeux (PB), e divulgada no domingo (22). Os dois seguem presos preventivamente desde agosto do ano passado no Presídio do Róger, em João Pessoa. A decisão manteve a prisão, com o entendimento de que o regime fechado é incompatível com a concessão de liberdade provisória neste momento. As penas foram fixadas da seguinte forma: Além da pena de prisão, o magistrado determinou o pagamento de R$ 500 mil por danos morais e 360 dias-multa para cada um. De acordo com a sentença, os adolescentes eram mantidos em um ambiente descrito como controlado e artificial, semelhante a um reality show. O juiz apontou que as vítimas teriam sido submetidas a situações de risco extremo, exploração de vulnerabilidade, falta de assistência alimentar, abandono escolar e, ainda, relatos de fornecimento de bebidas alcoólicas. Na decisão, o magistrado ressaltou que os jovens não possuíam maturidade suficiente para compreender ou resistir às práticas às quais estariam sendo submetidos. A defesa de Hytalo e Israel informou que vai recorrer da decisão. Em nota, os advogados afirmaram que apresentaram argumentos para contestar a acusação e demonstraram confiança na reversão da sentença em instâncias superiores. Um pedido de habeas corpus deve ser analisado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba nesta terça-feira (24). Além do processo criminal, o casal também responde na Justiça do Trabalho por acusações de tráfico de pessoas para fins de exploração sexual e trabalho análogo à escravidão. Fonte: Alô Juca

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Toffoli se incomoda com PF e pressiona corporação em meio a desconfianças sobre caso Master

A nova fase da investigação sobre o Banco Master marcou uma reação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli às cobranças a respeito de sua atuação no caso.  Relator do inquérito na corte, o magistrado autorizou uma operação contra 42 alvos nesta quarta-feira (14), concentrou poder sobre as provas apreendidas e fez críticas abertas (e também nos bastidores) à Polícia Federal. Toffoli, segundo relatos, tem desconfianças quanto à atuação de autoridades do governo Lula envolvidas na apuração, principalmente a Polícia Federal. Em conversas reservadas, o magistrado avaliou que a conduta de investigadores pode ter contribuído para desgastar sua imagem e até mesmo a de seus pares, ao passar a percepção de que haveria inércia na investigação sobre o Master no STF.  As notícias que vieram a público, como o contrato do escritório da família do ministro Alexandre de Moraes com o Master e a sociedade dos irmãos de Toffoli com um fundo ligado a Vorcaro, são usadas por autoridades não ligadas ao caso para pôr em xeque a atuação dos ministros. Toffoli também relatou a pessoas próximas estar incomodado com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que declarou nesta semana que o caso inspira muito cuidado porque “o Brasil pode estar diante da maior fraude bancária da história”.  Autoridades que acompanham as apurações avaliam que, ao autorizar a segunda fase da operação Compliance Zero, o magistrado tentou, ao menos publicamente, passar uma mensagem de que o caso não seria interrompido sob sua supervisão e que não estaria protegendo o dono do Master, Daniel Vorcaro.  O ministro permanece, no entanto, como alvo de questionamentos em relação à condução do inquérito. Toffoli manteve o processo em sigilo e tomou decisões questionadas pela opinião pública e no mercado financeiro, que se uniu em defesa do Banco Central. A leitura desses críticos é que Toffoli estaria blindando o dono do Master, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, com a pressão sobre o trabalho do BC e da PF. Toffoli ficou sob pressão desde que assumiu o controle do inquérito, em 3 de dezembro do ano passado. Houve questionamentos sobre o sigilo que ele impôs sobre a investigação e a acareação que ele determinou entre os investigados e o diretor do Banco Central responsável pela fiscalização bancária.  O caso Master foi parar no Supremo depois que advogados de Vorcaro recorreram ao STF, argumentando que a investigação deveria ficar concentrada na corte devido à citação de um negócio imobiliário entre Vorcaro e o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA). No despacho assinado na terça-feira (13), em que determinou novas buscas contra Vorcaro e o empresário Nelson Tanure, além da prisão temporária do cunhado do banqueiro, Fabiano Zettel, Toffoli criticou a PF e exigiu explicações do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, pelo não cumprimento dos prazos determinados por ele na segunda fase da operação Compliance Zero.  O pedido da Procuradoria-Geral da República para a segunda fase da operação foi feito há pouco mais de uma semana, em 6 de janeiro. No dia seguinte, Toffoli autorizou a execução das medidas, mas a ação só ocorreu nesta quarta-feira (14).  De acordo com investigadores, ações dessa natureza exigem preparação, como a coleta de endereços dos alvos e outras avaliações de risco.  Toffoli faz uma primeira cobrança à PF na última segunda-feira (12) para que a operação fosse deflagrada, dando um prazo de 24 horas para o cumprimento das medidas. No dia seguinte, ele se queixou que a PF não havia cumprido o prazo estabelecido.  Um dos argumentos apresentados informalmente ao ministro é que outra operação seria deflagrada e por isso não havia tempo hábil para as providências da ação contra o Master.  A demora foi mencionada como a gota d’água, uma vez que o ministro já estava insatisfeito com as perguntas feitas pela PF na acareação e também com a ausência de interrogatório preliminar.  No dia 11, um dia antes das queixas de Toffoli à PF, reportagem da Folha de S.Paulo mostrou a sociedade de parentes do ministro a um fundo da teia financeira que, segundo investigadores, teria favorecido o Master.  O resultado da operação desta quarta-feira (14), segundo interlocutores do ministro, é que embora ele tenha dado seguimento à investigação, Toffoli também redobrou sua autoridade sobre o caso ao determinar que as provas fiquem lacradas e sob custódia da PGR. Um integrante da PF viu nesse gesto a hipótese de que Toffoli desconfia de vazamentos por parte da corporação.  Na visão de dois investigadores, ouvidos pela reportagem na condição de anonimato, Toffoli estaria tentando mostrar para Daniel Vorcaro que tem o poder de apertar mais ou menos a pressão sobre o ex-banqueiro. Fonte: Bahia Noticias

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Instituições financeiras vão reforçar apoio a BC após TCU anunciar inspeção no caso Master

O documento vai reunir associações que no seu conjunto representam 602 instituições financeiras. Além disso, conta com o apoio do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e também de outras entidades não bancárias como a B3 (bolsa de valores), de acordo com pessoas que participaram da articulação de bastidor nas últimas 48 horas para a elaboração do texto.  A visão geral do setor foi a de que é necessário dar um peso maior ao desagravo e mostrar a inquietação e o mal-estar do setor com o desenrolar dos acontecimentos diante da movimentação do TCU.  Um dos dirigentes que participou da elaboração do texto disse à reportagem que a carta mostra que a indústria tem um lado no caso Master: o BC.

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Defesa de ex-presidente do BRB nega contradições em depoimentos sobre caso Banco Master no STF

O advogado Clwebver Lopes, que representa o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, afirmou nesta quarta-feira (31) que não houve contradições relevantes entre os depoimentos prestados por seu cliente e pelo controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a defesa, as diferenças apontadas pelos investigadores decorrem de “leituras distintas sobre os mesmos fatos”, o que teria motivado uma acareação entre Costa e Vorcaro. De acordo com Lopes, o procedimento foi rápido e serviu para esclarecer os pontos levantados pela investigação. O advogado destacou ainda que Paulo Henrique Costa respondeu a todos os questionamentos feitos durante a oitiva e reforçou que suas decisões à frente do BRB ocorreram dentro de critérios técnicos, de forma colegiada e com registros formais. Além dos dois executivos, a Polícia Federal também ouviu o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos. No entanto, após avaliação dos investigadores, ele foi dispensado da acareação por ter contribuído de forma suficiente para o andamento das apurações. A investigação apura suspeitas de irregularidades na tentativa de venda do Banco Master ao BRB, operação que foi barrada pelo Banco Central em setembro. Entre as hipóteses analisadas está a possível emissão de títulos de crédito falsos. Em novembro, Daniel Vorcaro chegou a ser preso, e o Banco Central decretou a liquidação da instituição financeira. Fonte: Bahia Noticias

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CCJ aprova sabatina de Otto Filho para indicação ao TCE nesta quarta

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou, para esta quarta-feira (10), às 10h, uma reunião extraordinária para apreciar a indicação do deputado federal Otto Alencar Filho (PSD) para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE). A sabatina foi aprovada por unanimidade nesta terça (9), durante reunião ordinária do colegiado. O deputado estadual Vitor Bonfim (PV) foi designado como relator da matéria. A confirmação da sabatina e da votação do parecer para o dia seguinte dependerá da leitura da indicação em plenário, na sessão ordinária de votação desta terça. O presidente da CCJ, o deputado Robinson Almeida (PT), informou que caso a leitura no plenário não ocorra hoje, a sabatina será adiada para o dia 16 de dezembro, em cumprimento às normas regimentais da Casa Legislativa.  “Estamos cumprindo o rito estabelecido. A indicação do deputado Otto Alencar Filho para o TCE é uma pauta de grande importância para o estado, dada a relevância da Corte de Contas no acompanhamento da gestão fiscal. A sessão extraordinária visa dar celeridade ao processo, permitindo que os membros da CCJ avaliem de forma técnica e política o nome proposto. É um momento de análise minuciosa do currículo e da trajetória do indicado”, explicou. A sabatina no CCJ é uma etapa essencial no processo de preenchimento da vaga para o TCE. Otto Filho foi indicado pelo governador Jerônimo Rodrigues no último dia 3 de dezembro, após a saída do conselheiro Antônio Honorato de Castro Neto, aposentado no final de julho deste ano. A nomeação para a Corte de Contas exige a aprovação da maioria dos membros da CCJ antes de seguir para o plenário da AL-BA Fonte: Bahia Noticias

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STJ manda soltar Nanan Premiações, que ficará proibido de fazer rifas e usar redes sociais

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a soltura de José Roberto, popularmente conhecido como Nanan Premiações, influenciador e rifeiro. A decisão ocorreu na noite de quinta-feira (27), substituindo a prisão preventiva por medidas cautelares. O ministro Reynaldo Soares estabeleceu que as condições restritivas fossem fixadas pelo juízo de primeiro grau. Entre as proibições confirmadas, o acusado está impedido de promover rifas e de utilizar as redes sociais.  Nanan havia sido detido em 9 de abril, durante a Operação Falsas Promessas 2, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia. A ação mirou grupos envolvidos na exploração de sorteios irregulares, que, segundo as investigações, seriam um mecanismo para a lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. De acordo com as autoridades, as rifas eram utilizadas para movimentar grandes quantias de forma clandestina, gerando faturamento ilícito, e tinham forte atuação nas redes sociais. A Operação Falsas Promessas 2 é a segunda fase de uma ofensiva policial que visa desarticular toda a cadeia da prática criminosa. Embora tenha sido solto sob condições, Nanan Premiações segue como investigado no processo. A continuidade das apurações deverá definir os próximos passos do caso. Fonte: Alô Juca

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Felca depõe contra Hytalo Santos em investigação de tráfico humano e exploração sexual infantil

O youtuber Felipe Bressanim, o Felca, prestou depoimento na audiência de instrução do influenciador Hytalo Santos, que enfrenta as acusações de tráfico humano, exploração sexual infantil e trabalho infantil irregular. De acordo com o portal LeoDias, Felca foi testemunha de acusação na audiência que aconteceu no Fórum Criminal de Bayeux, na Paraíba. Felca foi responsável por tornar o caso popular com a denúncia através do vídeo ‘Adultização’, publicado no YouTube, e que teve grande repercussão nacional. Além do youtuber, a influenciadora digital Kamylinha, de 18 anos, que participava dos vídeos feitos por Hytalo e Euro nas redes sociais, foi testemunha de defesa do casal. A jovem é citada no processo como sendo uma das “vítimas” do influenciador e do marido. Segundo o g1 Paraíba, nem Hytalo nem o marido dele foram ouvidos na audiência e só serão interrogados em sessões posteriores. A primeira audiência do caso teve duração de cinco horas. Os advogados do casal protocolaram um pedido para revogação da prisão, porém, o juiz adiou a decisão sobre liberdade ou alteração do regime de cumprimento da pena. O casal segue preso na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, também conhecida como Presídio do Roger. Fonte: Bahia Noticias

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“O cidadão vai ter os serviços na palma da mão”, afirma secretário Tássio Lima sobre o SEI Lauro de Freitas

Durante o lançamento do Sistema Eletrônico de Informações, SEI Lauro de Freitas, realizado nesta quarta-feira (29), no CEEPTIC, o secretário municipal de Administração (Secad), Tássio Lima, destacou o impacto da nova ferramenta na transformação digital do município. De acordo com ele, a implantação do SEI representa não apenas um avanço tecnológico, mas também uma mudança cultural na forma como a gestão pública se organiza e atende o cidadão. “Há cinco meses firmamos o convênio com a Saeb e iniciamos a implementação do sistema em Lauro de Freitas. Esse processo é gradativo. Começamos com o mapeamento dos fluxos internos da prefeitura e, a partir daí, seguimos com a capacitação dos servidores, do básico aos módulos mais avançados. Contamos com o apoio de todas as secretarias, que disponibilizaram técnicos e equipes para essa transição”, afirmou o secretário. Tássio explicou que a nova plataforma permitirá que o cidadão acompanhe serviços e solicitações diretamente de casa, eliminando deslocamentos e reduzindo o tempo de resposta da prefeitura. “O morador vai poder pedir uma poda de árvore, solicitar manutenção de iluminação ou acompanhar um processo interno sem precisar se dirigir à sede da prefeitura. Tudo será feito digitalmente, com transparência e rapidez. Ele vai saber onde o processo está, o que precisa ser feito e poderá anexar documentos, tornando tudo muito mais ágil”, ressaltou. O secretário também reforçou que o SEI é o primeiro passo de um projeto mais amplo de transformação digital em Lauro de Freitas. “Nosso objetivo é acabar com o uso de papel e integrar o SEI a outras funcionalidades que farão parte do conceito de Cidade Inteligente. Em 2026, queremos que todos os serviços municipais, seja por telefone, aplicativo ou sistema, estejam disponíveis na palma da mão do cidadão”, concluiu.

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Voto de Barroso sobre aborto é simbólico e pode perder efeito, diz ministro do STF

A decisão de Luís Roberto Barroso de antecipar seu voto no julgamento do aborto tem mais efeito simbólico do que prático, diz um ministro do STF. Isso porque, quando o caso for concluído futuramente, haverá embargos de declaração sobre o resultado, que serão decididos pela composição da corte naquele momento. Com isso, os votos de Barroso e Rosa Weber, que também deixou sua posição registrada antes da aposentadoria, poderão ser modificados pelos seus sucessores na corte. Os embargos, em tese, servem apenas para esclarecer pontos obscuros do julgamento. Na prática, no entanto, pontos substantivos podem ser alterados. Na véspera de sua aposentadoria, Barroso votou pela interrupção voluntária da gravidez até a 12ª semana de gestação. Fonte Politica Livre

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Barroso exerce último dia como ministro do STF

Imagem Foto Reprodução Agência Brasil Luís Roberto Barroso exerce seu último dia como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 17. A aposentadoria do ministro foi formalizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na quarta-feira, 15, com o decreto publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Segundo a decisão, ela começa a vigorar neste sábado, 18. Barroso anunciou que iria antecipar a aposentadoria na última quinta-feira, 9. Ele assumiu a cadeira no STF em 2013, após ser indicado pela presidente Dilma Rousseff, e poderia ficar na Corte até março de 2033, quando atingiria a idade limite de 75 anos. Na quarta-feira, 15, o ministro teve um mal-estar e foi levado para o Hospital Sírio Libanês, em Brasília. Ele estava na Corte quando houve uma queda de pressão. O ministro foi submetido a exames e recebeu alta no dia seguinte. Com a saída do ministro, Lula busca um substituto para a vaga. Entre os principais cotados estão o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O petista se reuniu com ministros da Corte na terça-feira, 14, no Palácio da Alvorada, para discutir a sucessão. Como revelou o Estadão, parte dos magistrados discorda da preferência de Lula por Messias. A ministra Cármen Lúcia, única mulher atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), aproveitou o debate sobre o assunto para reforçar seu apoio à presença de mais mulheres na mais alta Corte do país. O posicionamento foi dado nesta quinta-feira, 16 Durante evento promovido pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Cármen destacou a importância da representação feminina em todos os espaços da sociedade. As declarações de Cármen Lúcia estão em sintonia com movimentos dentro do Judiciário e da sociedade civil que defendem a indicação de uma mulher para a vaga deixada por Barroso. O próprio ministro já afirmou que “ver com gosto” a possibilidade de uma sucessora. Fonte: Politica Livre

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Ex-vereador réu em morte de grávida na Bahia é condenado a 34 anos de prisão; corpo da vítima nunca foi encontrado

O ex-vereador Valdnei da Silva Caires, conhecido como “Bô”, foi condenado a 34 anos e 24 dias de prisão pelo desaparecimento e morte de Beatriz Pires da Silva, de 25 anos, informou a TV Sudoeste. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (16) em Brumado, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano. Já o crime aconteceu em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, em janeiro de 2023. Desde então, o corpo da vítima nunca foi encontrado. Beatriz era mãe de uma criança de dois anos e estava grávida de seis meses quando desapareceu. As investigações apontam que o ex-vereador seria o pai do bebê. Conforme a Polícia Civil, a jovem foi vista pela última vez no dia 11 de janeiro de 2023, ao entrar em um carro pertencente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade. O veículo costumava ser usado por Valdnei, que na época exercia o cargo de vereador. Durante as investigações, a polícia confirmou que Beatriz e Valdnei mantinham um relacionamento amoroso. O político foi preso em 21 de junho de 2023, por meio de um mandado de prisão preventiva expedido por homicídio qualificado. Em 12 de julho de 2023, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou o ex-vereador por feminicídio. Para o parquet, o crime teria sido motivado pelo fato de Valdnei não aceitar que Beatriz revelasse a paternidade da criança, o que, segundo o MP, poderia prejudicar a imagem pública dele. O ex-vereador também teve o mandato cassado em uma sessão extraordinária da Câmara Municipal de Barra da Estiva. Presente no julgamento, a mãe da vítima, Célia Pires, relatou que Beatriz nunca revelou a identidade do pai do primeiro filho. Quando engravidou novamente, a jovem confirmou à mãe que os dois filhos eram do mesmo pai.  Fonte: Bahia Noticias

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Mulher é sequestrada e tem carro roubado em Lauro de Freitas; dupla é presa horas depois

Uma mulher foi vítima de um sequestro relâmpago nesta quarta-feira (15), em frente ao Hospital Menandro de Farias, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. A vítima estava próxima ao seu veículo quando foi abordada por dois homens armados. Em seguida, eles assumiram a direção do carro e a levaram contra a vontade. Segundo informações do site Alô Juca, a mulher seria uma subtenente do Corpo de Bombeiros. Momentos depois do sequestro, os suspeitos libertaram a vítima no bairro de Capelão, também em Lauro de Freitas. Durante a ação criminosa, os criminosos roubaram o celular da mulher e outros pertences. De acordo com a Polícia Militar, horas após o crime, uma guarnição foi acionada para averiguar a informação de que o veículo roubado em Lauro de Freitas estaria circulando pelas ruas de Candeias. Após buscas, os policiais localizaram o carro no estacionamento da central de abastecimento do município, no momento em que estava sendo estacionado. Com a aproximação dos agentes, dois homens desembarcaram do veículo e tentaram fugir. Os militares alcançaram um deles imediatamente. Em seguida, os policiais foram informados de que o segundo suspeito estaria escondido no interior da central e conseguiram detê-lo. Durante a ação, os agentes apreenderam um revólver calibre 38 e quatro celulares. Assim, os militares encaminharam os suspeitos para a 20ª DT, onde registraram a ocorrência. A dupla foi autuada em flagrante na Central de Flagrantes da Região Metropolitana (Cenflag/RMS), pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e receptação. Os homens passaram por exames de corpo de delito e seguem custodiados, à disposição da Justiça.

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Casas Bahia pode ser despejada de shopping de Salvador por não pagar aluguel

O Salvador Shopping entrou com uma ação de despejo por falta de pagamento do aluguel e demais encargos contra a Via Varejo S/A, que opera o Grupo Casas Bahia S.A. A causa da ação envolve valores superiores a R$ 2,7 milhões. De acordo com os autos do processo, aos quais o CORREIO teve acesso, as partes possuem um vínculo contratual desde 2009. O prazo da locação estipulado no Instrumento Particular de Renovação de Contrato de Locação e Outras Avenças dos Salões Comerciais do Salvador Shopping, datado em dezembro de 2023, seria de 60 dias, com início em setembro de 2024, no Piso G2 do centro comercial. O valor do aluguel mensal corresponderia ao maior valor entre R$ 216.827,95, atualizado por índices predeterminados, ou 1,5% sobre as vendas brutas mensais da loja. O Salvador Shopping alega que a locatária deixou de efetuar o pagamento dos aluguéis e encargos da locação avençados. O valor do débito, acrescido dos encargos moratórios ajustados e multas devidas, é de R$ 1,09 milhão. O contrato, que incorpora uma Escritura Declaratória de Normas Gerais, prevê a aplicação de multa e correção monetária com base no IGP-DI, juros de 1% ao mês e multa moratória de 10% sobre o valor em débito, assim como honorários advocatícios, na base de 20% sobre o valor do débito. A parte autora ainda requer que a Globex Administração e Serviços, fiadora do contrato, seja notificada pelo Correio. À reportagem, o Salvador Shopping informou que não vai se posicionar sobre o assunto. O CORREIO tenta contato com o Grupo Casas Bahia. Fonte: Correio

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CONTINUA PRESO! STJ nega pedido de habeas corpus de deputado estadual Binho Galinha

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a prisão do deputado estadual Binho Galinha (sem partido), em decisão proferida na noite desta quarta-feira (8). O pedido de Habeas Corpus apresentado pela defesa foi negado pelo presidente da Corte, ministro Herman Benjamin. A defesa tentava reverter a prisão preventiva do parlamentar, mas o entendimento do STJ foi no sentido de manter a medida. Já o filho do deputado, João Guilherme Cerqueira da Silva Escolano, também recorreu à Justiça, mas teve o pedido de liminar negado. O processo foi encaminhado para análise e vista do Ministério Público. Relembre o caso Binho Galinha é acusado de liderar uma organização criminosa com atuação principalmente em Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. Segundo a Polícia Federal, no âmbito da Operação Estado Anômico, o grupo seria responsável por crimes como lavagem de dinheiro, obstrução da Justiça, jogo do bicho, agiotagem, receptação qualificada, comércio ilegal de armas, usurpação de função pública, embaraço a investigações e tráfico de drogas. A prisão preventiva do deputado e de outros nove integrantes foi decretada em 19 de agosto pela juíza Márcia Simões Costa, da Vara Criminal e de Crimes contra a Criança e o Adolescente de Feira de Santana. No dia 1º de outubro, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do parlamentar. Na ocasião, a esposa dele, Mayana Cerqueira da Silva, e o filho, João Guilherme Cerqueira da Silva, foram presos. Já no dia 3 de outubro, Binho Galinha se entregou ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) em Feira de Santana e foi escoltado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) até Salvador, onde permanece custodiado. Fonte: Alô Juca

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Homem é condenado a 67 anos de prisão por estuprar as duas filhas na Bahia

Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) Crédito: Gil Ferreira/CNJ Um homem foi condenado a 67 anos de prisão por estuprar as duas filhas em Jacaraci, no centro sul da Bahia. Segundo a acusação, os crimes começaram quando as vítimas tinham 10 e 11 anos. A decisão foi publicada no dia 4 de setembro, mas só foi divulgada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) na última quarta-feira (8). De acordo com o MP-BA, as apurações confirmaram que os crimes eram cometidos sempre que a mãe das meninas deixava as meninas sob os cuidados do pai. O homem ameaçava as meninas em todas as situações, inclusive de morte, para subjugar as vítimas e garantir o silêncio com relação ao crime praticado. A decisão reforça a atuação firme do Ministério Público na proteção da dignidade sexual de crianças e adolescentes, reafirmando o compromisso institucional com o enfrentamento à violência sexual intrafamiliar e a proteção integral e prioritária do público infantojuvenil”. disse a promotora de Justiça Gabrielly Coutinho Santos. Segundo o Atlas da Violência, em 2024, o Brasil registrou mais 87 mil de vítimas de estupro, sendo 77,7% mulheres e mais de 80% dos casos ocorridos no ambiente familiar ou de pessoas conhecidas da família. No último dia 1, o MP-BA lançou, por meio do Centro de Apoio da Criança e do Adolescente (Caoca), uma cartilha em parceria com a Plan International, para orientar as vítimas de estupro que acabam engravidando, suas famílias, instituições e a sociedade em geral sobre os direitos que devem ser assegurados a quem sofre esse tipo de violência, reforçando a necessidade de enfrentamento dessas práticas e de proteção das vítimas. Com o tema ‘Sofri violência sexual e engravidei: e agora, quais são meus direitos?’, a cartilha apresenta a legislação aplicada ao tema, explica quais são os direitos das meninas, adolescentes e mulheres sobreviventes da violência sexual, sinalizando inclusive o direito à Profilaxia Pós-Exposição de Risco, como denunciar e quais cuidados psicoemocionais devem ser garantidos. Fonte: Jornal Correio

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TJ-BA autoriza horas extras excepcionais para servidores do Cartório de Garantias de Salvador

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) autorizou, em caráter excepcional, a realização de horas extraordinárias por servidores do Cartório Integrado dos Juízos de Garantias de Salvador. A decisão foi formalizada por meio do Decreto Judiciário, assinado pela presidente do TJ-BA, desembargadora Cynthia Maria Pina Resende e visa enfrentar um acúmulo significativo de processos e petições. Segundo o documento, as informações técnicas que evidenciaram o estado crítico da unidade judiciária, incluindo um acervo volumoso, fluxos operacionais com gargalos e pendências relevantes de movimentação cartorária. Conforme consta no decreto, os dados consolidados no processo administrativo apontaram um elevado volume de feitos, demandando um reforço temporário na força de trabalho para garantir a continuidade dos serviços e promover o reequilíbrio do fluxo processual. A autorização tem prazo determinado de 90 dias, durante os quais até cinco servidores poderão realizar até duas horas extras diárias. A remuneração pelo trabalho suplementar será devida, limitada aos dias úteis efetivamente trabalhados.  O decreto estabelece que será utilizada uma folha de ponto física exclusiva para as horas extras, que deverá ser preenchida e assinada diariamente pelos servidores, validada pelo Juiz Coordenador e encaminhada à Secretaria de Gestão de Pessoas (Segesp) até o quinto dia útil do mês subsequente para processamento remuneratório. A norma também veda expressamente o recebimento de qualquer outra vantagem incompatível com o pagamento de horas extraordinárias. Fonte: Bahia Noticias

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MP-BA denuncia quatro policiais militares por homicídio qualificado e tentativa de homicídio em Santo Antônio de Jesus

MP-BA denuncia quatro policiais militares por homicídio qualificado e tentativa de homicídio em Santo Antônio de Jesus Segundo a denúncia, os policiais efetuaram disparos de arma de fogo contra os jovens, que trafegavam de motocicleta na entrada do Conjunto Habitacional Cidade Nova II. Os jovens teriam tentado desviar da viatura policial por não terem idade legal para conduzir o veículo, o que teria provocado o início da perseguição pelos policiais.  Jacson, que dirigia a moto, foi atingido na nuca e morreu sete dias depois, em decorrência de hemorragia encefálica. Emanuel estava na garupa e não foi atingido. Ele relatou ter sofrido ameaças por parte dos agentes logo após caírem da moto. Os PMs chegaram a dizer que colocaria uma arma na suas mãos atribuiria a ele a autoria do disparo que matou Jacson.  As investigações, conduzidas pelo MP-BA com apoio do Departamento de Polícia Técnica, apontaram que não houve confronto armado, como alegaram os denunciados. Testemunhas confirmaram que os disparos partiram diretamente da viatura policial, sem que tivesse havido ordem de parada ou reação por parte das vítimas. Perícias balísticas e reprodução simulada reforçaram a versão das testemunhas. Além dos homicídios, o MP identificou indícios de fraude processual, coação de testemunhas e ocultação de provas, condutas que serão apuradas também na esfera da Justiça Militar. A Promotoria requereu ainda que os denunciados sejam proibidos de manter contato com a vítima sobrevivente, familiares e testemunhas, e que seja decretada, em caso de condenação, a perda dos cargos públicos. Fonte: Bahia Noticias

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Delegado Titular da 23ª DT; Joelson Reis destaca redução da criminalidade e elucidação de homicídios em Lauro de Freitas

Durante a solenidade de passagem de comando da 52ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), realizada nesta quinta-feira (02), o delegado titular da 23ª Delegacia Territorial de Lauro de Freitas, Joelson Reis, ressaltou os resultados positivos alcançados pelas forças de segurança no município ao longo de 2025. De acordo com o delegado, a integração entre Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Municipal tem sido fundamental para a redução dos índices de criminalidade. “Graças a Deus, os números têm sido favoráveis em virtude do trabalho desenvolvido pelas instituições policiais aqui no nosso município. Não só a Polícia Civil, como a Polícia Militar, com a ajuda da Guarda Municipal, estamos conseguindo lograr êxito na redução”, afirmou. Joelson Reis destacou, ainda, o desempenho da Polícia Civil na elucidação de crimes contra a vida. “Só para se ter uma ideia, nesses nove meses, registramos apenas oito homicídios em nossa área territorial. Desses, seis já foram elucidados e, entre eles, cinco resultaram em prisões, com criminosos retirados de circulação. É um índice muito positivo, fruto de um trabalho de inteligência aliado às informações que a população nos fornece, confiando na nossa atuação”, explicou. O delegado concluiu reforçando que os avanços obtidos refletem diretamente no bem-estar da sociedade de Lauro de Freitas. “Esses resultados não são apenas para as instituições policiais, mas para toda a comunidade lauro-freitense, que passa a viver com mais tranquilidade e confiança”, finalizou.

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Barroso deixa de lado alguns temas polêmicos no STF e exalta vitória com Marco Civil da Internet

Foto/ Reprodução O ministro Luís Roberto Barroso encerra sua passagem pela presidência do STF (Supremo Tribunal Federal) após uma gestão que avançou em julgamentos sobre maconha, internet e o sistema prisional, mas também reforçou antigas características, como os altos rendimentos da magistratura e a proximidade com políticos. Um dos temas que o ministro deixou de enfrentar é de ordem administrativa: o dos supersalários do Judiciário. Ao contrário, como a Folha mostrou, a magistratura termina esse ciclo com mais privilégios. O ministro Edson Fachin assumirá o posto de Barroso na presidência do STF, na próxima segunda-feira (29). Além de medidas dos órgãos do Poder Judiciário para preservar esses benefícios, Barroso fez desde o início do mandato, em entrevistas e palestras, uma série de manifestações contrárias às críticas aos gastos da Justiça. Em duas ocasiões, em fevereiro deste ano, ele disse que as críticas são injustas ou motivadas por falta de entendimento e que há “furiosa obsessão negativa” com o Judiciário. Algumas dessas críticas públicas estão relacionadas à presença dos ministros em eventos organizados ou financiados por empresários com interesses em processos que correm no tribunal —o mais notório desses eventos é o chamado Gilmarpallooza, que reúne nomes do PIB, do governo, do Legislativo e do Judiciário em Lisboa. Barroso defendeu essa participação sob o argumento de manter diálogo com todos. Essas discussões voltaram à pauta após Barroso participar de um jantar beneficente promovido pelo CEO do iFood, Diego Barreto, em maio. Um dos vídeos gravados no local mostra o ministro cantando ao microfone ao lado do empresário. O evento foi feito para a arrecadação de recursos da iniciativa privada para um programa de ação afirmativa para ingresso na magistratura, criado por ele no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), por meio do qual são oferecidas bolsas a candidatos negros e indígenas. Em resposta, a corte afirmou que Barroso conversa com todos os segmentos da sociedade. Nos meses finais da gestão, ele fez várias viagens pelo Brasil. Entre elas, esteve em Roraima, sobrevoando áreas de garimpo e conversando com uma comunidade indígena yanomami. Nos dois anos, ele esteve em 20 estados. No âmbito das decisões da corte, o ministro conseguiu avançar em matérias como o julgamento do Marco Civil da Internet. A análise envolveu questões de regulação de big techs no país. Nela, o Supremo aumentou a responsabilidade das plataformas digitais. Por 8 votos a 3, os ministros entenderam que a regra atual não protege adequadamente direitos fundamentais e a democracia. Por isso, criou uma lista de conteúdos que devem ser removidos proativamente pelas plataformas, antes de determinação judicial. Embora houvesse maioria, foi preciso fazer um acordo em torno do texto, já que havia divergências entre os magistrados sobre sua amplitude, o momento e os casos em que as empresas devem ser responsabilizadas. O colegiado se reuniu em um almoço que teve início antes das 13h e seguiu até as 16h30, quando a sessão foi iniciada. Barroso também fez uso dessa estratégia na ação conhecida como ADPF das Favelas. Nela, a corte reforçou o poder da Polícia Federal na atuação contra facções criminosas no Rio de Janeiro e determinou que a União garanta o incremento orçamentário à corporação. Na conclusão do julgamento, Barroso afirmou que o tema exigiu algumas reuniões entre os ministros antes da sessão para chegar a um consenso sobre o texto final. A decisão tem 20 páginas. O método foi inédito no tribunal. Os magistrados chegaram ao plenário com a conclusão definida para ser lida diante da TV Justiça. É um modelo semelhante ao da Suprema Corte dos Estados Unidos. Outro momento alinhado com a história e as prioridades do ministro foi o julgamento do porte de maconha. O caso foi concluído em 26 de junho do ano passado e fixou a quantidade de até 40 gramas ou seis plantas fêmeas para diferenciar o usuário do traficante. Essa definição é válida até que o Congresso decida qual é esse limite. O julgamento começou em 2015, foi suspenso cinco vezes e acirrou os ânimos entre o Supremo e o Congresso. O Senado voltou a discutir a possibilidade de a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) votar uma PEC (proposta de emenda à Constituição) para criminalizar o porte e a posse de drogas, independentemente da quantidade e da substância. Os parlamentares acusam a corte de invadir as suas atribuições. Inicialmente, o julgamento debatia a descriminalização do porte de todas as drogas, mas os ministros acabaram restringindo as discussões à maconha. Em relação ao Congresso, o bloqueio de emendas parlamentares se tornou uma crise entre os Poderes, e Barroso tentou costurar um acordo. Em reunião de 20 de agosto na sede do STF, representantes do Congresso, do governo e ministros do Supremo fecharam um acordo sobre “critérios de transparência, rastreabilidade e correção”. O tema, no entanto, segue pendente de solução e fica de herança para Fachin. Flávio Dino, relator, finalizou neste mês a instrução dos processos sobre as emendas, o que significa que está próximo o julgamento que pode reduzir os poderes dos congressistas sobre o Orçamento. Esta é a principal queixa de políticos do centrão contra o Supremo. A indisposição dos parlamentares tem relação com o avanço de mais de 80 investigações sobre desvios de emendas. Como um dos marcos de sua gestão, Barroso celebrou a homologação, em novembro passado, do acordo de reparação pela tragédia de Mariana (MG). Os termos foram assinados em outubro pelas empresas envolvidas na tragédia, a União, os estados de Minas Gerais e Espírito Santo e representantes das comunidades atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão há nove anos. As empresas Samarco Mineração, Vale e BHP Billiton ficaram responsáveis pelo pagamento de R$ 170 bilhões. À frente do CNJ, Barroso manifestou sua preocupação com equidade de gênero e raça e criou um exame nacional para modernizar o ingresso de magistrados. Até o momento, a prova selecionou 16 mil juízes e, desses, um terço são pessoas negras, com deficiência ou indígenas. O presidente também criou um programa de ação afirmativa com o oferecimento de bolsas de estudos

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Governo Trump cancela visto de ministro de Lula, de chefe de gabinete de Moraes e de mais 5

TRUMP VANCE TRANSITION TEAM HANDOUT/EPA O governo Donald Trump anunciou nesta segunda-feira (22) a ampliação das restrições de vistos de mais autoridades brasileiras em reação ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo um integrante do Departamento de Estado, tiveram vistos cancelados o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias; os juízes Airton Vieira, Marco Antônio Vargas e Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que assessoraram o ministro do Supremo Alexandre de Moraes em casos envolvendo o ex-presidente; José Levi, ex-advogado-geral da União e ex-secretário-geral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na gestão de Moraes; o ex-ministro do TSE e ex-corregedor Benedito Gonçalves, relator das ações que deixaram Bolsonaro inelegível; e a chefe de gabinete de Moraes Cristina Yukiko Kusahara. Levi foi ministro da AGU durante o governo Bolsonaro e rompeu com o ex-presidente ao deixar a gestão. De acordo com o integrante do Departamento de Estado, os familiares diretos dos sete atingidos também tiveram os vistos cancelados. Segundo a reportagem apurou com uma pessoa que tem acesso às discussões, deve haver novas rodadas de restrições de vistos, em que devem ser incluídos o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o delegado Fabio Shor e outros três integrantes da Polícia Federal. Ainda está sob avaliação dos EUA restringir o visto do general Tomás Paiva, comandante do Exército. Bolsonaristas passaram ao governo Trump uma leitura de que o Exército, ao não agir para coibir de alguma forma o que veem como abusos de Moraes, estaria sendo conivente com o que chamam de excessos do ministro. Em comentários oficiais e publicações nas redes sociais, integrantes do governo não anunciaram os nomes atingidos pela medida, apenas afirmando que houve uma nova “rodada de restrição de vistos” e que as ações miram a “rede que dá suporte” a Moraes. O governo Trump não anuncia os nomes porque há restrições legais ligadas à privacidade que os impedem de divulgar. Os atingidos só saberiam, então, se tentassem fazer a viagem aos EUA. Em postagem no X, Messias disse haver uma “agressão injusta”. “Reafirmo meu integral compromisso com a independência constitucional do nosso sistema de Justiça e recebo sem receios a medida especificamente contra mim dirigida”, afirmou. Ele diz que a medida “agrava um desarrazoado conjunto de ações unilaterais, totalmente incompatíveis com a pacífica e harmoniosa condução de relações diplomáticas e econômicas edificadas ao longo de 200 anos entre os dois países”. Nesta segunda, o governo americano também anunciou a inclusão da mulher de Moraes, Viviane Barci, no rol de sancionados da Lei Magnitsky, que prevê sanções financeiras a acusados de violações de direitos humanos. O secretário do Departamento de Estado, Marco Rubio, afirmou que o país decidiu sancionar uma “rede de suporte” a Moraes. “Que isso sirva como aviso para outros que ameaçam os interesses dos Estados Unidos protegendo e ajudando atores internacionais como Moraes: vocês serão responsabilizados”, escreveu Rubio no X. “Que esta última rodada de sanções da Lei Magnitsky e restrições de visto sirva como um claro aviso para aqueles que seriam cúmplices na sombria campanha de Moraes contra Jair Bolsonaro e seus apoiadores”, declarou o subsecretário para Diplomacia Pública, Darren Beattie, Fabio Shor conduz inquéritos relativos à família Bolsonaro. Eventual sanção a ele havia sido antecipada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Bolsonaro, que comanda articulação nos EUA por punições a autoridades brasileiras com o objetivo de livrar o pai da prisão. Airton Vieira e Marco Antônio Vargas assessoraram Moraes. Vieira apareceu em trocas de mensagens com o ex-assessor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Eduardo Tagliaferro que indicaram uma atuação fora do rito do gabinete de Moraes em investigação contra bolsonaristas. A divulgação das medidas ocorre durante viagem do presidente Lula (PT) a Nova York para participar da Assembleia Geral da ONU (Organizações das Nações Unidas), impondo um constrangimento à delegação brasileira. Sucessão de sanções Em julho, o governo dos EUA divulgou a proibição da entrada nos EUA de Moraes e de “seus aliados” na corte. Depois, em agosto, no mês passado, Trump revogou o visto de o ministro Alexandre Padilha (Saúde) para entrar nos EUA, além dos documentos de sua esposa e de sua filha. Padilha não foi diretamente atingido naquele momento pois seu visto tinha vencido em 2024, mas ficou proibido de obter uma nova permissão de viagem. Na terça (16), ele disse não estar “nem aí” para a resposta dos EUA sobre seu visto. Na semana passada, porém, os EUA concederam visto a Padilha para participar de reunião da ONU, mas restringiram a circulação dele a cinco quarteirões em NY, o que levou o ministro a desistir da viagem. A medida foi tomada no escopo de decisão do Departamento de Estado de revogar vistos de autoridades brasileiras e ex-funcionários da Opas (Organização Pan Americana de Saúde) que tenham atuado na contratação de médicos cubanos no programa Mais Médicos. A gestão Trump afirmou que revogou os vistos de Mozart Júlio Tabosa Sales e Alberto Kleiman. O Departamento de Estado justificou a medida porque ambos “trabalharam no Ministério da Saúde do Brasil durante o programa Mais Médicos e desempenharam um papel no planejamento e na implementação do programa”. “Esses funcionários foram responsáveis pela cumplicidade com o esquema coercitivo de exportação de mão de obra do regime cubano ou se envolveram nisso, o que explora profissionais médicos cubanos por meio de trabalho forçado. Esse esquema enriquece o corrupto regime cubano e priva o povo cubano de cuidados médicos essenciais”, acusou o órgão americano. Fonte: Politica Livre

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STF acata pedido do Idafro e reafirma preto e pardo como requisitos para cota racial

O Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu o pedido do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro) e reafirmou que os critérios de reserva de vagas em concursos públicos devem considerar as categorias censitárias “preto” e “pardo”, em consonância com a política de cotas raciais prevista pela Lei 12.990/2014. A decisão, relatada pelo ministro Luís Roberto Barroso, confirma que o Poder Judiciário pode controlar atos administrativos de comissões de heteroidentificação quando estes desrespeitarem princípios como dignidade da pessoa humana, contraditório e ampla defesa, reforçando a jurisprudência consolidada nas Ações de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 186) e na Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC 41). Com o entendimento, o STF corrige uma distorção interpretativa e assegura maior segurança jurídica na aplicação das políticas afirmativas, garantindo que candidatos autodeclarados pretos ou pardos possam ter seu direito às cotas preservado diante de eventuais abusos ou ilegalidades em procedimentos de heteroidentificação. Para o jurista Hédio Silva Jr., fundador do Idafro e da Jusracial, a decisão representa uma conquista histórica: “É com muito orgulho que celebramos a litigância estratégica desenvolvida ao longo de décadas pelo Idafro e Jusracial. Recebemos com humildade e honra o reconhecimento pela Suprema Corte, da correção de um erro material. Ao nosso ver, o Supremo Tribunal Federal não recuou, mas sim reafirmou sua coerência jurisprudencial, em consonância com as normativas do Conselho Nacional de Justiça”, afirmou.  Ainda conforme o jurista,“ a distinção entre a categoria ‘negro’, que considera a origem étnica, e as categorias censitárias ‘preto’ ou ‘pardo’ é fundamental. Essa diferença impacta a autodeclaração e a heterodeclaração, com reflexos diretos em concursos públicos e no funcionamento das comissões de heteroidentificação, especialmente no contexto das políticas de cotas raciais. Apontamos esse erro e ficamos orgulhosos por vê-lo corrigido a tempo”, completou.  ENTENDA O CASO No dia 6 de setembro o STF publicou o tema da repercussão geral usando negro e pardo, como critérios de cotas raciais nas bancas de héteroidentificação. No dia 14, o Idafro peticionou a retificação junto à Suprema Corte. Nesta sexta-feita (19), o acórdão com a retificação é publicado. O Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro), através dos advogados Hédio Silva, Anivaldo dos Anjos e Maira Vida, acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para que fosse reafirmado o entendimento histórico da Corte de que o critério válido para acesso às cotas raciais em concursos públicos e universidades é a autoidentificação como preto ou pardo, e não como “negro ou pardo”. A decisão publicada hoje da Suprema Corte tem repercussão geral e passa a orientar todos os concursos públicos no país.  Fonte: Bahia Noticias

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Câmara aprova PEC da blindagem que protege parlamentares de processos

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 16, em dois turnos, a PEC 3/21 conhecida como PEC da blindagem, que dificulta o andamento de processos criminais contra parlamentares e amplia o foro por prerrogativa de função para presidentes de partidos. Texto segue para o Senado. No primeiro turno, o texto recebeu 353 votos favoráveis, 134 contrários e uma abstenção, superando o mínimo necessário de 308. No segundo turno, por volta das 23h30, foi novamente aprovado, desta vez por 344 votos a 133. Um requerimento para dispensar o intervalo de cinco sessões permitiu a votação em sequência. O que foi aprovado O substitutivo relatado pelo deputado Claudio Cajado estabelece que deputados e senadores só poderão ser processados criminalmente com autorização prévia, por votação secreta e maioria absoluta, da respectiva Casa Legislativa. A proposta também prevê que prisões só podem ocorrer em flagrante de crime inafiançável, cabendo ao Parlamento decidir em até 24 horas se mantém ou revoga a prisão. Além disso, presidentes de partidos com assento no Congresso passam a ter foro no STF. Todos os destaques para modificar o texto, incluindo a exclusão desse dispositivo, foram rejeitados. Defensores da proposta afirmam que o objetivo é proteger o exercício parlamentar diante de supostos abusos do STF. Cajado destacou que a medida não representa aval para irregularidades: “Isso aqui não é uma licença para abusos do exercício do mandato, é um escudo protetivo da defesa do parlamentar, da soberania do voto e, acima de tudo, do respeito à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal”, afirmou. O relator também defendeu o voto secreto. “Qual o problema do voto secreto? [É] para que todos tenham a sua consciência voltada para o pleno exercício da atividade parlamentar”. Resistência e críticas O projeto recebeu apoio de grande parte dos líderes da Câmara, com articulação também de partidos de oposição liderados pelo PL. A bancada do PT orientou voto contrário, mas 12 deputados da legenda votaram a favor no primeiro turno. Houve ainda adesão entre PSB, PSD e PDT. Parlamentares contrários acusaram a PEC de enfraquecer a responsabilização criminal dos deputados. Para Ivan Valente (PSOL-SP), a aprovação “é uma desmoralização do Parlamento brasileiro” e cria condições para que o Legislativo “anule o Judiciário, chantageie o Executivo e torne-se o poder por excelência”. Próximos passos A PEC agora segue para o Senado, onde precisa do apoio de 49 dos 81 senadores. A tramitação, porém, deve enfrentar resistência. O presidente da CCJ, Otto Alencar, manifestou indignação: “A repulsa à PEC da Blindagem está estampada nos olhos surpresos do povo, mas a Câmara dos Deputados se esforça a não enxergar. Tenho posição contrária”, publicou. Caberá à CCJ analisar a admissibilidade e o mérito antes de eventual votação em plenário. Se aprovada, a medida consolidará mudanças profundas nas regras de responsabilização criminal dos parlamentares e dirigentes partidários. Fonte: Alô JUca

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Secretária de Jerônimo é multada em R$ 1,7 milhão por irregularidade em merenda escolar

A ex-prefeita de Barreiras e atual secretária estadual de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira (PSD), foi condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU)  a ressarcir em R$ 1,7 milhão os cofres públicos por irregularidades no uso dos recursos da merenda escolar. A decisão da Corte refere-se ao período de 2009 e 2012, quando ela exercia o mandato  na cidade do oeste baiano. O TCU alegou que Jusmari não comprovou a aplicação dos valores repassados pela União por meio Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) moveu o processo que resultou na decisão da Corte de Contas. A tramitação está na 8ª Vara Federal de Execução Fiscal da Seção Judiciária da Bahia (SJBA). Em nota, a secretária diz que ainda não foi “formalmente comunicada” sobre a decisão do TCU, mas que “jamais houve qualquer apontamento de dolo, desvio de recursos ou má-fé” na aplicação dos recursos do PNAE.  Faço questão de recordar que, naquela gestão, Barreiras se orgulhava de manter mais de 21 mil crianças e adolescentes em escolas de tempo integral, com cinco refeições diárias. Para viabilizar esse projeto pioneiro, a prefeitura complementava o programa de alimentação com recursos próprios, investindo mais de três reais para cada um real recebido do Governo Federal — um compromisso que sempre pautei pela educação de qualidade”, diz trecho da nota. Confira a nota completa: Em resposta às notícias sobre uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), venho a público esclarecer os fatos com serenidade e respeito à verdade.   discussão em pauta é de natureza técnica e refere-se à aplicação de recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) no município de Barreiras, no já distante ano de 2010. A referida decisão do TCU já é objeto de questionamento judicial, fundamentado em aspectos que afetam a própria validade da deliberação. Reitero que a cobrança dela decorrente ainda não me foi formalmente comunicada e que, em todo o processo, jamais houve qualquer apontamento de dolo, desvio de recursos ou má-fé em minha conduta. Faço questão de recordar que, naquela gestão, Barreiras se orgulhava de manter mais de 21 mil crianças e adolescentes em escolas de tempo integral, com cinco refeições diárias. Para viabilizar esse projeto pioneiro, a prefeitura complementava o programa de alimentação com recursos próprios, investindo mais de três reais para cada um real recebido do Governo Federal — um compromisso que sempre pautei pela educação de qualidade. Reafirmo minha confiança nas instituições e minha dedicação à transparência, à legalidade e ao compromisso com a população. Fonte Bnews

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MPF abre investigação para cobrar do Ministério da Saúde inclusão de fertilização in vitro no SUS na Bahia

O Ministério Público Federal (MPF) passou a investigar a ausência de procedimentos de reprodução humana assistida, como a fertilização in vitro (FIV), na rede pública de saúde no estado da Bahia. O órgão converteu um procedimento preparatório em inquérito civil público para apurar de maneira detalhada as razões que impedem a oferta desses tratamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) aos baianos, em decisão publicada nesta terça-feira (16). A investigação foi motivada por uma representação da sociedade civil que alertou para a grave dificuldade de acesso a estes serviços de saúde reprodutiva para casais que dependem exclusivamente do SUS.  Segundo o documento, o MPF já havia requisitado explicações ao Ministério da Saúde, mais especificamente à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES). No entanto, a resposta recebida foi considerada vaga e insuficiente pela Procuradoria, pois não esclareceu objetivamente os critérios para que hospitais sejam habilitados e recebam recursos federais para realizar os procedimentos de FIV e injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI). Por esse motivo, a Procuradora Carolina Rocha Queiroz Villas Boas, determinou a expedição de um novo ofício à SAES, como um prazo de 10 dias úteis para um posicionamento completo. O MPF exigiu que o Ministério da Saúde informe de forma transparente e detalhada como os estabelecimentos de saúde mencionados em nota técnica interna do próprio ministério obtiveram a necessária habilitação e financiamento. A requisição também cobra a divulgação dos requisitos obrigatórios para que hospitais da Bahia possam pleitear essa mesma condição, permitindo uma expansão articulada do serviço em território baiano. Fonte: Bahia Noticias

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STF aponta que ex-chefe da Codevasf tentou atrapalhar Operação Overclean

O ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Marcelo Andrade Moreira Pinto, tentou obstruir a investigação da Polícia Federal (PF) sobre supostos desvios em contratos da estatal. As informações são da coluna de Natália Portinari, no portal Uol. De acordo com a publicação, a tentativa de obstrução foi revelada na decisão do ministro Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques, que autorizou a PF a deflagrar a quinta fase da Operação Overclean, em julho. Na oportunidade, o ministro apontou a necessidade de afastar Marcelo Andrade da presidência da Codevasf para que as investigações pudessem prosseguir.  Marcelo Andrade deixou o comando da estatal em junho, entre o pedido de afastamento da PF e a decisão do ministro. Com isso, a decisão de afastá-lo do cargo que deveria acontecer durante a fase da operação, deflagrada em julho, não teve efeito . As investigações da PF A organização criminosa que estaria atuando na Codevasf está sendo investigada pela Operação Overclean, que apura possíveis irregularidades em dois contratos da estatal na cidade baiana de Campo Formoso, administrada por Elmo Nascimento (União Brasil), irmão do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil).  Marcelo Andrade foi indicado por Elmar para comandar a Codevasf e Miled Cussa Filho como o ex-superintendente da Codevasf, em Juazeiro. As indicações foram feitas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e mantidas no  governo Lula. Em entrevista ao Uol, Cussa Filho disse que foi demitido depois que enviou ofícios aos órgãos de controle apontando para irregularidades nas obras executadas pela Allpha Pavimentações, empresa investigada pela Overclean.  Em depoimento à PF, Cussa Filho disse que Marcelo Andrade teria ficado incomodado com um dos ofícios para os órgãos de controle e o orientou a procurar Elmar Nascimento, “sem portar celular”, para “restabelecer a confiança”. “Marcelo Andrade afirmou, de forma ríspida, que o conteúdo do referido ofício era excessivamente severo, que não deveria ter sido redigido daquela forma, que o ofício estava ‘pesado pra caralho’”, diz a transcrição do depoimento. No entanto, Cussa Filho não procurou Elmar Nascimento nem o prefeito de Campo Formoso. Alguns dias depois, no início de maio, Cussa Filho foi exonerado do cargo. Em sua decisão, Nunes Marques diz que, apesar de o cargo ocupado por Cussa Filho ser de livre nomeação e exoneração, as “circunstâncias” que levaram à exoneração de Cussa Filho seria uma tentativa de Marcelo Andrade de tentar obstruir as investigações. “Nessas circunstâncias, a manutenção do investigado no exercício de suas funções, além de representar risco à dignidade de suas funções, pode comprometer a eficácia da persecução penal diante do receio, fundamentado e concreto, de que possa continuar a se valer de sua posição para interferir na apuração criminal”, diz o ministro do STF.  Após deixar o comando da Codevasf, Marcelo Andrade ajudou a indicar o novo presidente, Lucas Felipe Oliveira, seu braço-direito na estatal. A Codevasf foi criada há 50 anos com o objetivo de financiar projetos de agricultura irrigada, combater a seca e levar desenvolvimento ao vale do São Francisco e Parnaíba. A estatal depende é dependente do orçamento federal, que existe para executar políticas públicas. No entanto, o dinheiro destinado para a empresa vem sendo usado, nos últimos anos, para comprar máquinas agrícolas e realizar projetos de pavimentação com finalidade eleitoral. Por isso, o orçamento da Codevasf teve um alto crescimento desde a criação das emendas de relator, também conhecidas como orçamento secreto. Em 2019, o orçamento da estatal era de R$ 1,2 bilhão e pulou para  R$ 3,3 bilhões em 2022 (em valores atuais, R$ 2 bilhões e R$ 3,6 bilhões). Neste ano, a empresa tem R$ 2 bilhões à disposição para gastar. O ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Marcelo Andrade Moreira Pinto, tentou obstruir a investigação da Polícia Federal (PF) sobre supostos desvios em contratos da estatal. As informações são da coluna de Natália Portinari, no portal Uol. De acordo com a publicação, a tentativa de obstrução foi revelada na decisão do ministro Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques, que autorizou a PF a deflagrar a quinta fase da Operação Overclean, em julho. Na oportunidade, o ministro apontou a necessidade de afastar Marcelo Andrade da presidência da Codevasf para que as investigações pudessem prosseguir.  Marcelo Andrade deixou o comando da estatal em junho, entre o pedido de afastamento da PF e a decisão do ministro. Com isso, a decisão de afastá-lo do cargo que deveria acontecer durante a fase da operação, deflagrada em julho, não teve efeito . As investigações da PF A organização criminosa que estaria atuando na Codevasf está sendo investigada pela Operação Overclean, que apura possíveis irregularidades em dois contratos da estatal na cidade baiana de Campo Formoso, administrada por Elmo Nascimento (União Brasil), irmão do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil).  Marcelo Andrade foi indicado por Elmar para comandar a Codevasf e Miled Cussa Filho como o ex-superintendente da Codevasf, em Juazeiro. As indicações foram feitas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e mantidas no  governo Lula. Em entrevista ao Uol, Cussa Filho disse que foi demitido depois que enviou ofícios aos órgãos de controle apontando para irregularidades nas obras executadas pela Allpha Pavimentações, empresa investigada pela Overclean.  Em depoimento à PF, Cussa Filho disse que Marcelo Andrade teria ficado incomodado com um dos ofícios para os órgãos de controle e o orientou a procurar Elmar Nascimento, “sem portar celular”, para “restabelecer a confiança”. “Marcelo Andrade afirmou, de forma ríspida, que o conteúdo do referido ofício era excessivamente severo, que não deveria ter sido redigido daquela forma, que o ofício estava ‘pesado pra caralho’”, diz a transcrição do depoimento. No entanto, Cussa Filho não procurou Elmar Nascimento nem o prefeito de Campo Formoso. Alguns dias depois, no início de maio, Cussa Filho foi exonerado do cargo. Em sua decisão, Nunes Marques diz que, apesar de o cargo ocupado por Cussa Filho ser de livre nomeação e exoneração, as “circunstâncias” que levaram à exoneração de Cussa Filho seria uma tentativa de Marcelo Andrade de tentar obstruir as investigações. “Nessas circunstâncias, a manutenção do

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Quem indicou Fux?’, ‘Quem é Fux?’ e ‘Fux usa peruca?’ estão entre as dúvidas mais buscadas no Google

IMAGEM REPRODUÇAÕ O ministro Luiz Fux foi a segunda personalidade da política com mais buscas no Google entre a quarta e a quinta-feira (11), atrás somente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo a própria empresa. O julgamento de Bolsonaro foi o assunto político que mais despertou interesse no Brasil nesse período. As perguntas mais feitas à ferramenta são: “Quem indicou Fux?”; “Quem é Fux?”; “Fux usa peruca?”; “Qual foi o voto do Fux?” e “Fux terminou o voto?”. Além disso, nas últimas 24 horas, as buscas sobre o ministro aumentaram mais de nove vezes no Brasil. O dia 10 de setembro foi o que registrou mais buscas sobre Fux desde o início da série histórica do Google Trends, em 2004. Nesta manhã, a pergunta “Quando Cármen Lúcia vai votar?” foi a mais buscada no Brasil. No mesmo período, as pesquisas sobre a ministra subiram 1.260%. Desde o começo do julgamento de Bolsonaro, em 2 de setembro, “Quem indicou Fux?” aparece como a segunda pergunta mais buscada sobre o assunto no país. “Bolsonaro foi condenado?” lidera a lista de dúvidas. O ministro Luiz Fux foi indicado à Corte em 2011 pela então presidente Dilma Rousseff. Ele começou a carreira como promotor de Justiça no Rio de Janeiro, na década de 1970, antes de ingressar na magistratura em 1983. Em 2001, foi indicado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso ao cargo de ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), função que exerceu até 2011. Na quarta-feira (10), o ministro votou pela absolvição de Bolsonaro de todos os crimes de que foi acusado na trama golpista. Além de ter sido o primeiro voto divergente no julgamento até agora, Fux criticou os métodos adotados por Alexandre de Moraes à frente do processo. Em um voto com cerca de 12 horas de duração, mais do que o dobro do tempo usado por Moraes, Fux afirmou que a conduta de Bolsonaro não seria suficiente para configurar a tentativa de derrubada das instituições democráticas. Nas ações da trama golpista contra acusados de envolvimento nos ataques de 8 de janeiro de 2023, no entanto, o ministro votou pela condenação de centenas de réus por tentativa de golpe e outros crimes. Fonte Politica Livre

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Moraes vota para condenar Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado

Imagem: O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) O ministro Alexandre de Moraes votou nesta terça-feira (9) para condenar Jair Bolsonaro (PL) por liderar de uma trama golpista e os demais réus da ação por envolvimento com o plano para permanecer no poder após a derrota do ex-presidente para Lula (PT) na eleição de 2022. “Jair Bolsonaro exerceu o papel de líder da organização criminosa, utilizando-se da estrutura do Estado brasileiro para implementação do projeto autoritário de poder”, declarou Moraes. O ministro afirmou que os atos praticados pelo grupo devem ser considerados ações de execução da tentativa de golpe de Estado. “A organização criminosa narrada na denúncia da Procuradoria-Geral da República realmente iniciou a prática das condutas criminosas, com atos executórios concretos, em meados de julho de 2021. E permaneceu atuante até o dia 8 de janeiro de 2023, tendo sido composta por integrantes do governo federal e militares das Forças Armadas, com claro objetivo de restringir e impedir o livre exercício dos Poderes constituídos”, disse. Os demais ministros da Primeira Turma do Supremo também se manifestarão até o fim do julgamento. Pela ordem, Moraes será sucedido por Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Moraes, relator do processo, é o primeiro ministro a votar no julgamento do núcleo central do caso, que tem Bolsonaro entre os réus. Os oito réus deste grupo foram acusados de praticar os crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A maioria deles nega ter cometido qualquer irregularidade. Um deles, Mauro Cid, firmou acordo de delação premiada. Em sua manifestação, o ministro apontou Bolsonaro como líder de uma organização criminosa que se iniciou em 2021, quando começou a execução de uma tentativa de golpe para que Bolsonaro se perpetuasse como presidente da República. “O líder do grupo criminoso deixa claro, de viva voz, de forma pública, que jamais aceitaria uma derrota nas urnas, uma derrota democrática nas eleições, que jamais cumpriria a vontade popular”, afirmou, sobre o papel do ex-presidente. O ministro disse que a presença de Bolsonaro em locais de reuniões nas quais se discutiam a neutralização de autoridades, a impressão de planos nesses mesmos lugares e um áudio do general Mário Fernandes são “prova cabal” e técnica da participação do então presidente numa tentativa de golpe. Os atos executórios, segundo ele, foram as ações que se iniciaram ainda em junho de 2021, mais de um ano antes das eleições de 2022, com ataques às urnas eletrônicas e intenção de manutenção do poder pelo grupo de Bolsonaro. “Não há nenhuma dúvida, em todas essas condenações e mais de 500 acordos de não persecução penal, de que houve tentativa de abolição ao Estado democrático de Direito, de que houve tentativa de golpe, de que houve organização criminosa”, afirmou Moraes, que é o relator do processo. A sessão desta terça irá até as 19h, e depois o julgamento será retomado nesta quarta-feira (10), pela manhã. A ideia é que a análise da ação penal vá até a sexta-feira (12). São réus no processo Jair Bolsonaro (ex-presidente), Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI); Mauro Cid (ex-chefe da Ajudância de Ordens, que também é delator), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil). Fonte: José Marques, Cézar Feitoza e Ana Pompeu, Folhapress

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Flávio Dino determina que Polícia Federal investigue R$ 694 milhões em emendas parlamentares

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal (PF) abra inquéritos para investigar 964 planos de trabalho de emendas parlamentares individuais que não foram registrados corretamente no sistema oficial do governo. O valor total desses repasses chega a R$ 694,6 milhões, segundo uma nota técnica do Tribunal de Contas da União (TCU). A decisão, proferida no âmbito da ADPF 854, ordena que o TCU identifique as emendas por estado e encaminhe as informações diretamente às superintendências da Polícia Federal em todo o país, para que cada unidade instaure inquérito policial sobre os recursos. Segundo o ministro, a ausência de registro fere as regras de transparência que se tornaram obrigatórias após a decisão do STF de 2022 que considerou as “emendas de relator” inconstitucionais. Além da ordem de investigação, a decisão de Dino inclui outras determinações. Ele mandou a Advocacia-Geral da União e os ministérios elaborarem um cronograma de análise das prestações de contas das emendas entre 2020 e 2024. Também ordenou que a Controladoria-Geral da União (CGU) realize uma auditoria sobre os repasses à Associação Moriá, alvo de denúncias de irregularidades. O ministro ainda obrigou o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste a criarem contas específicas para cada emenda, proibindo transferências para contas de passagem ou saques em espécie. Ele reforçou que, a partir do Orçamento de 2026, os repasses de emendas individuais deverão ser feitos por meio de uma ferramenta eletrônica que amplia a rastreabilidade dos recursos. A decisão faz parte do acompanhamento que o STF tem feito para garantir o cumprimento de medidas de transparência na execução orçamentária, após a extinção do chamado “orçamento secreto”. Dino ressaltou que a execução das emendas deve respeitar limites constitucionais, e desvios de finalidade podem ser configurados como crime. Fonte: Bahia Noticias

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Justiça determina afastamento do presidente da Câmara Municipal de Alagoinhas

O presidente da Câmara Municipal de Alagoinhas, José Cleto dos Santos Filho (PSD), conhecido como Cleto da Banana, foi afastado do cargo nesta terça-feira (19) por determinação da 1ª Vara da Fazenda Pública. Em decisão assinada pelo juiz Antônio de Pádua de Alencar, a que o BNews teve acesso, o processo tem por objetivo é “anular ato do Poder Legislativo lesivo ao patrimônio imaterial do ente estatal local”. De acordo com o magistrado, “a afronta direta à autoridade das decisões judiciais proferidas reiteradamente em sede de controle difuso e concreto de constitucionalidade pelo Excelso Pretório é conduta que agride o princípio da moralidade, dada a insistência de entes estatais espalhados pelo território brasileiro em desrespeitar a ordem jurídica e a autoridade das decisões da Corte guardiã da Constituição Federal”, diz um trecho da decisão. Para Alencar, “como houve reeleição sucessiva pela segunda vez com fundamento em norma inconstitucional, decerto que, em tese, ela não é válida, razão pela qual deve ser suspensa com o afastamento imediato do atual Presidente da Câmara Municipal de Alagoinhas, devendo assumir a presidência até o deslinde da questão o substituto legal”, escreveu o juiz em outro trecho da liminar. Os réus possuem um prazo de 20 dias para apresentarem a defesa. Fonte: Bnews

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TCM multa ex-prefeito de Candeias por irregularidade em compra de respiradores

O ex-prefeito de Candeias, Pitágoras (PP), foi multado pelo Tribunal de Contas dos Municípios por conta de irregularidades em compras realizadas durante sua gestão. Na decisão tomada pela 1ª Câmara do TCM, o gestor e a então secretária de Saúde do município, Soraia Matos Cabral, foram multados em R$ 3 mil cada, além de serem condenados a devolver R$ 331.252,10 aos cofres municipais, que é referente ao valor pago a mais durante a compra de respiradores no período da pandemia de Covid-19. A Corte de Contas identificou que a gestão do município comprou oito respiradores da empresa Manupa Comércio, Exportação, Importação de Equipamentos e Veículos Adaptados, pelo valor de R$175 mil cada, o que é acima dos preços cobrados por outras empresas, onde o mais caro pode chegar a R$138 mil da marca Philips. Fonte: Politica Ao Vivo

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Justiça converte em preventiva prisão de motorista que atropelou corredor na Pituba

A Justiça converteu em preventiva a prisão de Cleydson Cardoso Costa Filho, filho da vereadora Débora Santana (PDT), após ele atropelar o corredor Emerson Silva Pinheiro, de 29 anos, na manhã de sábado (16), na Avenida Octávio Mangabeira, no bairro da Pituba, em Salvador. O atleta, que treinava para a Maratona de Buenos Aires, sofreu ferimentos gravíssimos, passou por cirurgia de emergência no Hospital Geral do Estado (HGE) e teve uma das pernas amputadas. Ele segue internado em estado grave e corre risco de perder o outro membro inferior. Segundo relatos de testemunhas e policiais, Cleydson apresentava sinais evidentes de embriaguez, como odor etílico, fala embargada e dificuldade de locomoção. Ele não conseguiu realizar o teste do bafômetro, conforme registrado no boletim de ocorrência. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que o motorista foi abordado por policiais da 41ª Companhia Independente da PM, acionados por populares logo após o acidente. Na decisão, proferida neste domingo (17), o juiz Marcus Vinicius da Costa Paiva destacou que os elementos do processo apontam para a prática de lesão corporal gravíssima com dolo eventual — quando o agente, mesmo sem desejar diretamente o resultado, assume o risco de produzi-lo. O magistrado citou o depoimento de uma testemunha que afirmou que, momentos antes do atropelamento, o acusado chegou a jogar o carro contra um grupo de corredores. O juiz ressaltou ainda a gravidade do caso, o risco de reiteração da conduta e o histórico de três infrações de trânsito por excesso de velocidade atribuídas a Cleydson. Para ele, a liberdade do acusado colocaria em perigo a ordem pública, motivo pelo qual considerou inadequadas medidas alternativas à prisão. O pedido da defesa por liberdade provisória, sob alegação de necessidade de tratamento médico psiquiátrico, foi rejeitado, com a justificativa de que o atendimento pode ser garantido pelo sistema prisional. A prisão em flagrante, feita por populares e confirmada pela Polícia Militar, foi homologada e convertida em preventiva. O Ministério Público também havia se manifestado pela manutenção da custódia. Com a decisão, foi expedido mandado de prisão preventiva contra Cleydson Cardoso Costa Filho. O atropelamento gerou comoção e mobilização da comunidade esportiva de Salvador. Corredores realizaram, neste domingo (17), um ato no Farol da Barra em solidariedade a Emerson e pedindo justiça. O influenciador e atleta Junior Cavalcante convocou a manifestação pelas redes sociais, reforçando o apelo por punição ao motorista e apoio ao colega vítima do acidente. Fonte: Bahia Noticias

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Delegado e Equipe da 23ª DT prende suspeito de matar mototaxista em Lauro de Freitas

A equipe da 23ª Delegacia Territorial (DT) de Lauro de Freitas, chefiada pelo competente delegado titular Dr. Joelson Reis, prendeu, nesta terça-feira (12), um homem de 33 anos suspeito de ter assassinado o mototaxista Jonatas Souza do Espírito Santo. O crime ocorreu no dia 11 de julho deste ano, por volta das 19h20, na entrada de pedestres da Estação Aeroporto do metrô, em Lauro de Freitas. A captura foi resultado de um trabalho “minucioso de inteligência e investigação que permitiu identificar e localizar o acusado. O mandado de prisão preventiva, expedido pela Vara do Júri. Execuções Penais de Lauro de Freitas, foi cumprido sem incidentes. Após a prisão, o suspeito foi interrogado e encaminhado à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde permanece custodiado à disposição da Justiça. Além do homicídio, ele também responde a um inquérito instaurado em junho deste ano por receptação de veículo roubado e adulteração de sinais identificadores. A ação reforça o compromisso da 23ª DT em combater a criminalidade e garantir justiça para as vítimas, atuando de forma estratégica e integrada para manter a segurança em Lauro de Freitas.

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Dudu tem recurso negado no STJD por misoginia contra Leila Pereira; saiba o que muda

O atacante Dudu, do Atlético-MG, teve seu recurso negado no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta sexta-feira (08) e continua cumprindo a punição de seis jogos suspensos por misoginia contra Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Com isso, Dudu só poderá a voltar a atuar com a equipe mineira em competições nacionais no final deste mês de agosto. O atacante de 33 anos já cumpriu três jogos de suspensão, ficando fora das derrotas para Palmeiras e Flamengo e na vitória contra o Bragantino pelo Brasileirão. Dudu até havia conseguido um efeito suspensivo e participou dos jogos contra o Flamengo pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Por isso, essas partidas não foram contabilizadas na punição do atleta do Galo. Fonte: bnews.com.br

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FRAUDE NO INEMA: ex-servidores são denunciados por venda de licenças ambientais de R$ 16,5 milhões; saiba quem são

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou oito pessoas, entre elas sete ex-servidores estaduais, por envolvimento em um esquema de venda ilegal de licenças ambientais no Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). O grupo teria arrecadado ao menos R$ 16,5 milhões, ao longo de seis anos, com a concessão fraudulenta de autorizações para fazendeiros no oeste da Bahia. Entre os denunciados estão Maristela Tereza de Castro, ex-secretária parlamentar da Assembleia Legislativa da Bahia; Jacques Douglas Santos Silva da Palma, ex-coordenador do Inema em Guanambi; e três ex-secretários da Direção-Geral do órgão: Angélica Xavier da Silva Cardoso, Victor Vinícius Santana Arouca e Patrícia Viviane Barros de Azevedo. Também foram citados Sabrina Mendes Leal Santos Teixeira de Freitas, ex-secretária da Coordenação de Agrossilvipastoris; Alexander Von Amomon, consultor ambiental; e o fazendeiro Gervalter Barreiros Pizato, dono das fazendas Pedra Preta, Perobal e Barreirinho. Segundo o MP, o esquema envolvia corrupção e crimes ambientais, com a manipulação de processos de licenciamento para beneficiar grandes propriedades rurais. A denúncia foi formalizada em 27 de julho pelo 7º Promotor de Justiça de Patrimônio Público da Capital e pelo Grupo de Atuação de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). As investigações continuam para identificar outros envolvidos. Fonte: alojuca.com.br

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Mais de um milhão de aposentados e pensionistas com descontos indevidos são ressarcidos pelo governo; saiba mais

O Governo Federal já ressarciu mais de 98% – ou seja, 1,66 milhão – dos aposentados e pensionistas que buscaram reparação dos descontos indevidos feitos nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No geral, 2,43 milhões dos envolvidos podem receber a restituição.  “Cerca de 700 mil pessoas já podem aderir. Quem ainda não fez isso, não deixe o valor para trás. Assinou o acordo, em três dias o dinheiro cai na conta do benefício. É integral, corrigido pela inflação e garantido”, afirmou o presidente do INSS, Gilberto Waller. A reparação pode ser feita através do aplicativo Meu INSS ou em uma das agências dos Correios. No aplicativo, é necessário inserir CPF e senha, depois ir em ‘consultar pedidos’, e ainda, clicar em ‘cumprir exigência’ para dar seguimento ao processo. Após os dados iniciais, o candidato precisará ler atentamente as informações e, se concordar, selecione ‘Sim’ no campo ‘Aceito receber’. Depois, clicar em ‘enviar’ e aguardar o pagamento, que deve ser feito até o dia 14 de novembro.  Os pedidos de ressarcimentos foram registrados por mais de de cinco milhões de aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos. O INSS realizou 254.270 contestações de ofício para proteger automaticamente beneficiários em situações mais vulneráveis. Fonte: bnews.com.br

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Ford é condenada por por fechar fábrica na Bahia sem negociação coletiva

A Ford foi condenada a pagar indenização de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, por não ter feito prévia negociação com o sindicato da categoria ao fechar sua fábrica de automóveis na Bahia. A decisão foi proferida pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), a partir de uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-BA). Ainda cabe recurso da decisão. O pagamento da indenização por danos morais coletivos só será feito após esgotados todos os prazos para apresentação de recursos. Só depois disso, será aberto um processo de execução na 3ª Vara do Trabalho de Camaçari, onde a ação teve origem. Tanto o pagamento quanto a destinação das verbas serão discutidos após essas etapas. O dano moral coletivo é destinado à reparação da sociedade pelos danos causados. As reparações a cada trabalhador estão sendo discutidas em processos individuais e coletivos. Na ação, o MPT comprovou que a Ford encerrou a produção de forma unilateral e sem diálogo prévio com o sindicato, descumprindo compromissos assumidos em acordos coletivos e em contratos com o BNDES. O órgão ministerial demonstrou que a negociação coletiva só ocorreu após sua intervenção, com o ajuizamento da ação civil pública.  No julgamento ocorrido no dia 31 de julho de 2025, o Tribunal reconheceu que a Ford tinha a obrigação de negociar coletivamente a demissão em massa, e que a negociação só ocorreu após a deliberação pelo encerramento das atividades, caracterizando falta de intervenção sindical prévia. Desde o anúncio do fechamento, em 11 de janeiro de 2021, o MPT tem atuado ativamente no caso, por meio de um Geaf (Grupo Especial de Atuação Finalística), que obteve, já em 2021, decisões liminares em Camaçari e em Taubaté para garantia do diálogo com o ente sindical, assegurando a manutenção dos empregos e salários e proibindo o assédio negocial aos trabalhadores. O recurso do MPT foi acolhido por unanimidade pelo TRT-BA, com relatoria do desembargador Edilton Meireles. Houve divergência apenas no valor fixado para a condenação. Para a procuradora do trabalho Flávia Vilas Boas, coordenadora do Geaf na Bahia, “a decisão confirma a tese do MPT de que a deliberação empresarial pela dispensa coletiva de trabalhadores somente deveria ter sido tomada após negociações prévias com o sindicato profissional”. No acórdão, o relator afirma que a “atuação do MPT se revelou pertinente na busca da realização do direito”. Ele conclui que “a Ford se comprometeu a somente reduzir seu quadro de pessoal e, obviamente, em encerrar suas atividades na fábrica de Camaçari, com ‘extinção’ de seu quadro de pessoal no referido estabelecimento, após ‘a conclusão das negociações realizadas com a(s) competente(s) representação(ões) dos trabalhadores envolvidos no processo de demissão’”. E que “apesar de ter assumido o compromisso da prévia negociação coletiva, não a realizou antes de deliberar pela despedida coletiva de seus empregados”. Fonte: Bahia

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TRE-MG acita denúncia do MP e Nikolas Ferreira se torna réu por suposta fake news

O deputado federal Níkolas Ferreira (PL-MG) se tornou réu após o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) aceitar a denúncia do Ministério Público que investiga uma “campanha sistemática de desinformação” durante o segundo turno das eleições municipais de 2024. Segundo o processo acolhido pela Justiça eleitoral, a campanha teria o objetivo de prejudicar a imagem de Fuad Noman, ex-prefeito de Belo Horizonte e falecido em março deste ano. O parlamentar federal e o deputado estadual Bruno Engler (PL) podem ser declarados inelegíveis caso sejam condenados por suposta disseminação de informações falsas contra Noman. O Ministério Público compreendeu que as ações dos réus visavam favorecer Engler, que foi o candidato do PL na corrida eleitoral. A decisão foi assinada pelo juiz Marcos Antônio da Silva, da 29ª, nesta sexta-feira (25). No texto, ele afirmou que a denúncia do Ministério Público traz detalhes que reforçam que os réus violaram a legislação. Segundo o g1, também são alvos da ação a deputada estadual Delegada Sheila (PL) e Coronel Cláudia (PL), que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Engler. De acordo com o MP, os denunciados participaram de uma campanha organizada de desinformação nos últimos dias da eleição, com o objetivo de influenciar o resultado do segundo turno em Belo Horizonte. As publicações foram feitas em redes sociais, rádio, TV e internet. A decisão foi assinada pelo juiz Marcos Antônio da Silva, da 29ª, nesta sexta-feira (25). No texto, ele afirmou que a denúncia do Ministério Público traz detalhes que reforçam que os réus violaram a legislação. Segundo o g1, também são alvos da ação a deputada estadual Delegada Sheila (PL) e Coronel Cláudia (PL), que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Engler. De acordo com o MP, os denunciados participaram de uma campanha organizada de desinformação nos últimos dias da eleição, com o objetivo de influenciar o resultado do segundo turno em Belo Horizonte. As publicações foram feitas em redes sociais, rádio, TV e internet. Fonte: Bahia Noticias

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