Maioria dos americanos rejeita que EUA assumam controle da Venezuela e escolham novo governo

Os americanos estão divididos entre a aprovação e a desaprovação do envio de forças militares dos Estados Unidos para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Apesar disso, a maioria avalia que a operação deveria ter passado pelo crivo do Congresso norte-americano. Os dados constam em pesquisa do Washington Post, que ouviu 1.004 adultos por meio de mensagens de texto. Segundo o levantamento, seis em cada dez entrevistados afirmaram ter acompanhado “uma boa quantidade” de informações sobre a operação. As respostas foram levemente editadas na tradução para maior clareza. Questionados se aprovam ou desaprovam o envio de tropas à Venezuela para capturar Maduro, 40% disseram aprovar, 42% desaprovaram e 18% afirmaram não ter certeza. O resultado aponta um empate técnico, com leve vantagem para a desaprovação. A divisão é ainda mais evidente quando analisada por orientação política. Entre os republicanos, 74% aprovam a operação. Já entre os democratas, 76% desaprovam. Entre os independentes, há mais reprovação do que apoio, além de um percentual elevado de indecisos. Sobre a decisão unilateral do presidente Donald Trump, 63% dos entrevistados afirmaram que a operação deveria ter exigido aprovação do Congresso, enquanto 37% consideraram apropriado que Trump a tivesse ordenado por conta própria. Entre republicanos, a maioria avalia a decisão como correta, numa proporção de cerca de três para um. Democratas e independentes, por sua vez, defendem majoritariamente que o Congresso deveria ter autorizado a ação. A pesquisa também abordou a possibilidade de Maduro ser julgado nos EUA por tráfico de drogas. Metade dos entrevistados (50%) defendeu que ele seja levado a julgamento. Outros 36% disseram não ter certeza, e 14% afirmaram que isso não deveria ocorrer. Quando o tema é uma eventual intervenção mais profunda, a rejeição aumenta. Apenas 24% apoiariam que os Estados Unidos assumissem o controle da Venezuela e escolhessem um novo governo. Já 45% se opõem à ideia, enquanto 30% não souberam opinar. Por fim, a pesquisa mostra consenso quase absoluto sobre quem deve decidir o futuro político do país. Para 94% dos americanos, cabe ao próprio povo venezuelano definir sua liderança. Apenas 6% acreditam que essa decisão deveria ficar a cargo dos Estados Unidos. O levantamento foi realizado nos dias 3 e 4 de janeiro de 2026, com uma amostra nacional aleatória do Painel de Opinião da SSRS. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. Fonte: Bahia Noticias

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Trump afirma que os EUA não precisarão agir em Cuba, que cairá sozinha

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou a necessidade de intervir em Cuba, durante entrevista concedida na noite deste domingo, 4, a bordo do Air Force One. O líder americano afirmou que acredita que o regime cubano irá cair sozinho com o fim da ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela. “Os seguranças de Maduro eram cubanos, ele enviava dinheiro para Cuba”, afirmou Trump, que disse ainda que os cubanos nos EUA ficarão felizes com o fim do regime castrista. Fonte: Politica Livre

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Rússia acusa EUA de pirataria em ação militar e bloqueio contra a Venezuela

A Rússia classificou, nesta quinta-feira (25), de banditismo e pirataria as operações militares realizadas pelos Estados Unidos no mar do Caribe para cercar a Venezuela. O Kremlin também reforçou o apoio ao regime de Nicolás Maduro e disse esperar que o presidente americano, Donald Trump, encontre soluções na legislação internacional para evitar um desastre.  “Hoje testemunhamos completa ilegalidade no mar do Caribe, onde o roubo de propriedade alheia —ou seja, pirataria e banditismo— estão sendo revividos”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova. Neste mês, Washington capturou dois petroleiros e tentou interceptar um terceiro em águas internacionais perto da Venezuela. O primeiro navio, chamado de Skipper, foi detido no dia 10 de dezembro, enquanto transportava petróleo bruto venezuelano. O segundo, conhecido como Centuries, foi apreendido no último sábado (20) e, segundo o jornal americano The New York Times, também carregava o combustível.  O terceiro, chamado de Bella 1, foi abordado também no sábado, dias depois de Trump anunciar um “bloqueio total” a todos os petroleiros sob sanções dos EUA que entram ou saem da Venezuela —era o caso desta embarcação, por já ter transportado combustível do Irã, que segundo autoridades americanas é utilizado para financiar grupos terroristas. O navio, porém, não se submeteu à inspeção e fugiu pelo oceano Atlântico. Maduro tem se manifestado sobre as operações falando em “intervenção brutal” no país e “ameaça grotesca”. No sábado, condenou “o roubo e o sequestro de uma nova embarcação privada que transportava petróleo venezuelano, bem como o desaparecimento forçado de sua tripulação”.  No comunicado, Zakharova, do Ministério de Relações Exteriores da Rússia, afirmou que Moscou defende a desescalada das tensões entre Washington e Caracas e reforçou o apoio ao regime venezuelano. “Esperamos que o pragmatismo e a racionalidade do presidente dos EUA, Trump, permitam encontrar soluções mutuamente aceitáveis para as partes dentro do marco das normas jurídicas internacionais.”  “Confirmamos nosso apoio aos esforços de Nicolás Maduro voltados à proteção da soberania e dos interesses nacionais, e à manutenção do desenvolvimento estável e seguro de seu país”, acrescenta. Fonte: Bahia Noticias

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Trump se pronuncia sobre diálogo com Lula e destaca reunião ‘muito boa’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se manifestou nesta terça-feira (2) após a ligação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que durou cerca de 40 minutos. A conversa tratou principalmente da retirada das tarifas de 40% sobre produtos brasileiros e de uma possível cooperação para combater o crime organizado. “Tivemos uma conversa muito boa. Eu gosto dele, muito bom. Tivemos algumas boas reuniões, como você sabe, mas hoje tivemos uma conversa muito boa”, declarou Trump. Segundo o Palácio do Planalto, Lula agradeceu a decisão dos Estados Unidos de zerar tarifas sobre exportações brasileiras de carne bovina fresca, resfriada ou congelada, além de produtos de cacau, café, frutas, vegetais, nozes e fertilizantes. A medida foi anunciada pela Casa Branca em 20 de novembro. Fonte: Bahia Noticias

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FRANCÊS NA ÁREA: Emmanuel Macron visita Salvador e participa de festival cultural com autoridades brasileiras

O presidente da França, Emmanuel Macron, aterrissou em Salvador nesta quarta-feira (5), como um dos pontos de parada de sua viagem institucional pela América Latina. A visita, confirmada na última sexta-feira (31), inclui um tour oficial pela capital baiana no final da tarde, guiado pelo governador Jerônimo Rodrigues. O ponto alto da agenda noturna é a abertura do Festival “Nosso Futuro Brasil-França: Diálogos com África”, que acontece no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), com a presença de autoridades brasileiras como a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e o prefeito Bruno Reis. A passagem de Macron por Salvador marca o início da Temporada França-Brasil, uma programação cultural que celebra os laços entre Brasil, França e África até o dia 8 de novembro. O festival, organizado pelo Institut Français e pela Embaixada da França no Brasil, é voltado a debates sobre o futuro, com temas como cidades inclusivas e sustentáveis, justiça territorial, inclusão social, igualdade de gênero e a valorização das culturas afrodescendentes. A agenda do líder francês na Bahia será breve, pois ele tem compromissos no Pará. Macron seguirá para Belém já na quinta-feira (6), onde participará de uma reunião de chefes de Estado que antecede a COP 30, marcada para acontecer na cidade entre 10 e 21 de novembro. Após cumprir a agenda no Brasil, o presidente da França continuará sua viagem pela América Latina. Fonte: Alô Juca

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Rodrigo Paz é eleito presidente da Bolívia

Rodrigo Paz, do Partido Democrata Cristão, foi eleito como presidente na Bolívia neste domingo (19), após um histórico segundo turno marcado por uma guinada à direita do país após 20 anos. Essa foi primeira votação de segundo turno da história do país. Além do vencedor, o segundo turno foi disputado pelo ex-presidente Jorge Tuto Quiroga, de direita. Paz foi eleito com 54,5% dos votos, com 91,2% dos votos apurados. Durante a campanha, Paz afirmou que quer conquistar os eleitores frustrados com a esquerda por meio de propostas mais moderadas para neutralizar a polarização no país. Filho de um ex-presidente, Jaime Paz Zamora, ele indicou diálogo com Lula. (Leia mais abaixo). Em conversa com os jornalistas na porta de sua casa, o vice-presidente eleito Edman Lara declarou estar agradecido ao povo boliviano. Assegurou que está se preparando para ir a La Paz para, com Rodrigo Paz, para “coordenar quais seriam as soluções que devem ser adotadas o mais breve possível para a crise econômica que atinge a Bolívia”. Segurança Pública: com um discurso mais ameno e menos combativo que seu rival político, diz frequentemente que pretende “fortalecer as instituições”, especialmente o sistema judicial, para combater o crime organizado. “A justiça é a base para o progresso de qualquer país, e precisamos de instituições fortes e independentes que assegurem a lei para todos”, disse Paz durante a campanha. Entre as medidas previstos no plano de governo de Paz estão a modernização e profissionalização das Forças Armadas e a “implantação de tecnologias digitais avançadas”, sem detalhar como seriam. “A Bolívia não é socialista”, disse Paz durante um evento de campanha no mês passado. “A Bolívia trabalha com capital, trabalha com dinheiro… porque 85% da economia é informal. Não queremos austeridade severa, mas uma economia forte, justa e voltada para gerar oportunidades a todos os bolivianos.” Mas críticos das propostas dizem que as promessas são irreais. “O rombo fiscal é imenso”, disse o pesquisador do Instituto de Finanças Internacionais, Jonathan Fortun, à agência de notícias Reuters. “A questão não é se um ajuste virá, mas quão rápido e quão disruptivo ele será.” Alvo de mandado de prisão, Evo prega voto nulo Fora da disputa, Evo pregou voto nulo. “Ambos representam um punhado de pessoas na Bolívia, não representam o movimento popular, muito menos o movimento indígena. Estamos aqui para cumprir a democracia. Votamos, mas não viemos para eleger”, disse. O ex-presidente votou em Cochabamba, região onde vive protegido por uma guarda indígena, segundo a agência de notícias AFP, desde que uma ordem de prisão contra ele foi emitida devido a uma acusação de tráfico de menor de idade, que ele nega. O ex-presidente boliviano Evo Morales mostra sua cédula à imprensa antes de votar no segundo turno eleitoral neste domingo (19) — Foto: REUTERS/Patricia Pinto O atual presidente, Luis Arce, rompeu com Evo Morales, e esse racha foi crucial para deixar a esquerda sem representantes no segundo turno. O país também vive uma crise econômica, que pesou no cenário eleitoral. “O povo é quem decide, e todos os candidatos devem aceitar os resultados que o povo boliviano ditar nas urnas”, afirmou Arce ao votar. Fonte; Portal G1

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Governo Trump cancela visto de ministro de Lula, de chefe de gabinete de Moraes e de mais 5

TRUMP VANCE TRANSITION TEAM HANDOUT/EPA O governo Donald Trump anunciou nesta segunda-feira (22) a ampliação das restrições de vistos de mais autoridades brasileiras em reação ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo um integrante do Departamento de Estado, tiveram vistos cancelados o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias; os juízes Airton Vieira, Marco Antônio Vargas e Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que assessoraram o ministro do Supremo Alexandre de Moraes em casos envolvendo o ex-presidente; José Levi, ex-advogado-geral da União e ex-secretário-geral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na gestão de Moraes; o ex-ministro do TSE e ex-corregedor Benedito Gonçalves, relator das ações que deixaram Bolsonaro inelegível; e a chefe de gabinete de Moraes Cristina Yukiko Kusahara. Levi foi ministro da AGU durante o governo Bolsonaro e rompeu com o ex-presidente ao deixar a gestão. De acordo com o integrante do Departamento de Estado, os familiares diretos dos sete atingidos também tiveram os vistos cancelados. Segundo a reportagem apurou com uma pessoa que tem acesso às discussões, deve haver novas rodadas de restrições de vistos, em que devem ser incluídos o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o delegado Fabio Shor e outros três integrantes da Polícia Federal. Ainda está sob avaliação dos EUA restringir o visto do general Tomás Paiva, comandante do Exército. Bolsonaristas passaram ao governo Trump uma leitura de que o Exército, ao não agir para coibir de alguma forma o que veem como abusos de Moraes, estaria sendo conivente com o que chamam de excessos do ministro. Em comentários oficiais e publicações nas redes sociais, integrantes do governo não anunciaram os nomes atingidos pela medida, apenas afirmando que houve uma nova “rodada de restrição de vistos” e que as ações miram a “rede que dá suporte” a Moraes. O governo Trump não anuncia os nomes porque há restrições legais ligadas à privacidade que os impedem de divulgar. Os atingidos só saberiam, então, se tentassem fazer a viagem aos EUA. Em postagem no X, Messias disse haver uma “agressão injusta”. “Reafirmo meu integral compromisso com a independência constitucional do nosso sistema de Justiça e recebo sem receios a medida especificamente contra mim dirigida”, afirmou. Ele diz que a medida “agrava um desarrazoado conjunto de ações unilaterais, totalmente incompatíveis com a pacífica e harmoniosa condução de relações diplomáticas e econômicas edificadas ao longo de 200 anos entre os dois países”. Nesta segunda, o governo americano também anunciou a inclusão da mulher de Moraes, Viviane Barci, no rol de sancionados da Lei Magnitsky, que prevê sanções financeiras a acusados de violações de direitos humanos. O secretário do Departamento de Estado, Marco Rubio, afirmou que o país decidiu sancionar uma “rede de suporte” a Moraes. “Que isso sirva como aviso para outros que ameaçam os interesses dos Estados Unidos protegendo e ajudando atores internacionais como Moraes: vocês serão responsabilizados”, escreveu Rubio no X. “Que esta última rodada de sanções da Lei Magnitsky e restrições de visto sirva como um claro aviso para aqueles que seriam cúmplices na sombria campanha de Moraes contra Jair Bolsonaro e seus apoiadores”, declarou o subsecretário para Diplomacia Pública, Darren Beattie, Fabio Shor conduz inquéritos relativos à família Bolsonaro. Eventual sanção a ele havia sido antecipada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Bolsonaro, que comanda articulação nos EUA por punições a autoridades brasileiras com o objetivo de livrar o pai da prisão. Airton Vieira e Marco Antônio Vargas assessoraram Moraes. Vieira apareceu em trocas de mensagens com o ex-assessor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Eduardo Tagliaferro que indicaram uma atuação fora do rito do gabinete de Moraes em investigação contra bolsonaristas. A divulgação das medidas ocorre durante viagem do presidente Lula (PT) a Nova York para participar da Assembleia Geral da ONU (Organizações das Nações Unidas), impondo um constrangimento à delegação brasileira. Sucessão de sanções Em julho, o governo dos EUA divulgou a proibição da entrada nos EUA de Moraes e de “seus aliados” na corte. Depois, em agosto, no mês passado, Trump revogou o visto de o ministro Alexandre Padilha (Saúde) para entrar nos EUA, além dos documentos de sua esposa e de sua filha. Padilha não foi diretamente atingido naquele momento pois seu visto tinha vencido em 2024, mas ficou proibido de obter uma nova permissão de viagem. Na terça (16), ele disse não estar “nem aí” para a resposta dos EUA sobre seu visto. Na semana passada, porém, os EUA concederam visto a Padilha para participar de reunião da ONU, mas restringiram a circulação dele a cinco quarteirões em NY, o que levou o ministro a desistir da viagem. A medida foi tomada no escopo de decisão do Departamento de Estado de revogar vistos de autoridades brasileiras e ex-funcionários da Opas (Organização Pan Americana de Saúde) que tenham atuado na contratação de médicos cubanos no programa Mais Médicos. A gestão Trump afirmou que revogou os vistos de Mozart Júlio Tabosa Sales e Alberto Kleiman. O Departamento de Estado justificou a medida porque ambos “trabalharam no Ministério da Saúde do Brasil durante o programa Mais Médicos e desempenharam um papel no planejamento e na implementação do programa”. “Esses funcionários foram responsáveis pela cumplicidade com o esquema coercitivo de exportação de mão de obra do regime cubano ou se envolveram nisso, o que explora profissionais médicos cubanos por meio de trabalho forçado. Esse esquema enriquece o corrupto regime cubano e priva o povo cubano de cuidados médicos essenciais”, acusou o órgão americano. Fonte: Politica Livre

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Malafaia nega que tenha atuado por sanções dos EUA: “Não falo inglês”

O pastor Silas Malafaia negou ter atuado por sanções do governo dos Estados Unidos contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O líder religioso foi incluído na investigação da Polícia Federal (PF) sobre a tentativa de obstrução no inquérito do golpe de Estado de 2022 “Primeiro, eu não falo inglês. Não conheço nenhuma autoridade, não tenho contato com nenhuma autoridade americana!”, disse Malafaia ao portal Metrópoles. Ele reclamou de ter tomado conhecimento sobre sua inclusão na investigação pela imprensa. “Eu não recebi notificação nenhuma. Isso é uma vergonha. Eu não tenho medo. É livre a manifestação de pensamento e eu não vou me calar porque eu não tenho medo de vocês”, afirmou Malafaia. Além de obstrução de Justiça, o pastor bolsonarista está sendo investigado por coação no curso do processo, organização criminosa, abolição violenta do Estado democrático de direito, ações contra autoridades e sanções internacionais contra o Brasil. O inquérito inclui o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o ex-presidente Jair Bolsonaro, apontados como articuladores da tarifa de 50% estabelecida por Donald Trump sobre produtos brasileiros e das sanções diplomáticas contra ministros do STF. Fonte: bnews.com.br

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Vítima de abuso da própria mãe, homem desconfia que irmão caçula seja seu filho; entenda

A história de vida de Logan Gifford, de 26 anos, parece ter saído de um filme. Morador de Las Vegas, nos Estados Unidos, ele afirma ter sido abusado sexualmente pela própria mãe durante sete anos, desde que tinha 10. Agora, suspeita que seu irmão mais novo, de 15 anos, possa ser, na verdade, seu filho biológico. O caso ganhou repercussão em 2015, quando Logan apresentou as acusações de abuso sexual conta a mãe, Doreene Gifford. Ela foi condenada por tentativa de agressão sexual, incesto e obscenidade com uma criança menor de 14 anos. No início deste ano, o rapaz entrou com um pedido de teste de DNA a um juiz do Tribunal de Família do Condado de Clark (Nevada), que foi autorizado. No entanto, o resultado trouxe mais dúvidas do que respostas: o laudo foi inconclusivo. Os exames revelaram que tanto Logan quanto seu pai biológico compartilhavam 99,9% do DNA do adolescente, indicando que qualquer um dos dois poderia ser o pai. Com isso, o juiz concedeu ao homem a opção de realizar outros tesstes mais extensos, na esperança de obter resultados conclusivos. Enquanto Doreene cumpre pena, Logan passou a cuidar do irmão caçula, que sofre de problemas cognitivos. “Mandá-la para a prisão foi meio caminho andado para me justificar, pois eu pensava que o maior problema da minha vida já havia sido resolvido”, disse ele ao “8 News Now”. A condenada chegou a ser colocada em liberdade condicional em julho de 2024, após nove anos de prisão, mas voltou a ser presa em janeiro após contatar a vítima, violando o acordo judicial de progressão da pena. Fonte: bnews.com.br

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Datafolha faz pesquisa sobre aprovação de sanção contra Moraes e resultado surpreende

Uma pesquisa do Datafolha mostra que 47% dos brasileiros aprovaram a revogação do visto americano do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (1º).  De acordo com a pesquisa, 42% dos entrevistados reprovaram a sanção do governo dos Estados Unidos (EUA) contra Alexandre de Moraes. Do total, 10% não souberam avaliar a medida.  O índice de aprovação do governo americano sob a presidência de Donald Trump é de 33% para aqueles que “concordam totalmente” e 14% “em parte” com a revogação. Entre os entrevistados, a soma do número de pessoas aptas a votar (com 16 anos ou mais) que “discordam totalmente” (29%) ou “em parte” (13%) sobre a medida. O Datafolha ouviu 2.004 pessoas em 130 municípios. O levantamento foi realizado entre 29 e 30 de julho e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Fonte: bnews.com.br

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Tribunais internacionais podem ser acionados por causa de sanções de Trump a Moraes

Tribunais internacionais podem ser acionados para questionar e reverter sanções aplicadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A tese é defendida por uma ala da Corte, segundo a CNN Brasil Eventuais recursos perante tribunais dos Estados Unidos ou até mesmo a tribunais internacionais podem ser apresentados pela AGU (Advocacia-Geral da União), que já defende o ministro na Justiça americana. O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou em publicação nas redes sociais que a “aplicação arbitrária e injustificável” de sanções econômicas pelos EUA “representa um grave e inaceitável ataque à soberania do nosso país”. “Todas as medidas adequadas, que são de responsabilidade do Estado brasileiro para salvaguardar sua soberania e instituições, especialmente em relação à autonomia de seu Poder Judiciário, serão adotadas de forma ponderada e consciente nos fóruns e momentos adequados”, disse. O STF tem evitado se posicionar publicamente sobre a mobilização no exterior contra seus ministros. A avaliação no tribunal é a de que eventuais respostas devem partir do governo federal por via diplomática. Fonte: bnews.com.br

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Eduardo Bolsonaro retoma críticas a Tarcísio por evitar falar de anistia às vésperas do tarifaço

Após um dias de trégua, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a criticar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por tentar encontrar uma solução para o tarifaço de Donald Trump sem envolver a pauta da anistia a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).  “É hora dos homens tirarem os adultos da sala”, escreveu Eduardo nas redes sociais neste domingo (27), a cinco dias do início da aplicação de tarifas de 50% dos Estados Unidos a produtos brasileiros. A frase, embora não cite Tarcísio nominalmente, é uma referência à fala do governador durante o evento Expert XP 2025, no sábado (26), no qual Tarcísio disse que sua gestão tem articulado, junto a parlamentares e empresários nos EUA, “de forma profissional, silenciosa, para ver se conseguimos atenuar esses efeitos”.  “Quando a gente fala em soberania, a pior agressão à soberania é a divisão interna. A divisão interna é o que enfraquece o país. Então, se a gente não botar a bola no chão, não agir como adulto e não resolver o problema, quem vai perder é o Brasil”, disse o governador na ocasião. A fala de Tarcísio surgiu num contexto de críticas indiretas ao governo Lula (PT). O governador disse que, hoje, há uma tendência de “tirar proveito político de tudo” e que “nunca vamos fortalecer o assalariado prejudicando o empregador” –uma resposta ao “nós contra eles” usado pela gestão petista.  Eduardo observou que a carta de Trump anunciando as tarifas citava suposta perseguição política contra Bolsonaro pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Para o filho do ex-presidente, não há como negociar o tarifaço sem tratar do aspecto político envolvendo seu pai e outros réus investigados pela trama golpista.  “Desconfie de quem se mostra preocupado com a Tarifa-Moraes e não fala dos presos políticos ou crise institucional, ignorando a carta do Trump que é expressa na solução do problema”, escreveu ele neste domingo. “Estão te enganando, jogando para a plateia e prolongando o sofrimento de quem dizem defender”, acrescentou. “Na União Europeia ninguém fingiu nos termos ditos por Trump. No Brasil, até hoje, certas autoridades propositalmente dizem não entender as premissas originais das sanções”, disse em outra postagem sobre o acordo firmado entre os EUA e o bloco europeu, neste domingo, para reduzir as tarifas de 30% para 15%.  Também neste domingo, ele atacou de forma direta o governador do Paraná, Ratinho Junior, por ter dito que Trump “não pegou o Brasil para discutir esse assunto por causa de Bolsonaro.” “O Bolsonaro não é mais importante que a relação entre Brasil e Estados Unidos”, disse o governador paranaense também neste sábado, no mesmo debate que Tarcísio na Expert XP.  “Trump postou diversas vezes citando Bolsonaro, fez uma carta onde falou de Bolsonaro, fez declarações para a imprensa defendendo nominalmente o fim da perseguição a Bolsonaro e seus apoiadores. Desculpe-me governador Ratinho Jr., mas ignorar estes fatos não vai solucionar o problema, vai apenas prolongá-lo ao custo do sofrimento de vários brasileiros”, disse Eduardo.  “Imagino os americanos olhando para este tipo de reação e pensando: o que mais podemos fazer para estas pessoas entenderem que é sobre ‘Jair Bolsonaro, seus familiares e apoiadores’ como expresso na carta, posts e entrevistas de Trump?”, continuou o deputado licenciado.  Tarcísio e Ratinho Junior são apontados como possíveis presidenciáveis para 2026, em especial diante de um vácuo aberto no campo da direita com a inelegibilidade de Bolsonaro. Segundo aliados, isso tem levado Eduardo, que também mira o Palácio do Planalto nas eleições do ano que vem, a desferir ataques aos governadores, vistos como adversários e possíveis entraves dentro de seu próprio campo político.  Por intermédio do pai e de aliados, como o ex-apresentador Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente João Figueiredo, Eduardo havia levantado a bandeira branca e decretado as pazes com o governador.  O deputado passou a criticar Tarcísio após uma série de restrições impostas a ele e a Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica pelo pai, a proibição de contato entre os dois e o bloqueio de contas do parlamentar, que está em autoexílio nos EUA desde março em busca de sanções contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes. Fonte: Bahia Noticias

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Alckmin diz que operação contra Bolsonaro não pode e não deve comprometer negociações tarifárias

A operação desta sexta-feira (18) da Polícia Federal a mando do STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não pode e não deve comprometer as negociações tarifárias com os Estados Unidos, disse o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.  Ele destacou que a operação contra Bolsonaro cabe ao Poder Judiciário e ressaltou que a soberania do país é inegociável. “Não pode e não deve [comprometer a negociação], porque a separação dos Poderes é a base do Estado de Direito, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos”, disse.  “Não há relação entre uma questão política ou jurídica e tarifa. É até um precedente muito ruim essa relação entre política tarifária, que é regulatória, e questões de outro Poder.” Ao anunciar uma tarifa de importação de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos EUA a partir de 1º de agosto, o presidente Donald Trump vinculou a decisão, entre outros pontos, ao tratamento dado a Bolsonaro, que é julgado no STF pela trama golpista.  Na entrevista, Alckmin evitou avaliar o mérito da operação contra Bolsonaro, argumentando que a parte que cabe ao governo federal é continuar negociando para reverter a tarifa.  Ele ponderou que a carta enviada pelo governo brasileiro aos EUA em busca de negociação ainda não foi respondida. Perguntado sobre a possibilidade de o governo brasileiro buscar a OMC (Organização Mundial do Comércio) contra a tarifa, o vice-presidente respondeu que só é possível acionar o órgão após um fato concreto. Portanto, segundo ele, como a tarifa seria implementada apenas em agosto, o governo não discute esse tema no momento.  Na noite de quinta-feira (17), em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente Luis Inácio Lula da Silva disse que a decisão de Trump de taxar o país é uma chantagem inaceitável. O petista também criticou políticos favoráveis à sobretaxa, chamados por ele de “traidores da pátria”, e disse que todas as empresas, nacionais ou estrangeiras, devem cumprir as regras do país. No cenário externo, Trump voltou a ameaçar nesta sexta (18) impor tarifas aos membros do Brics e disse que o grupo acabaria “muito rapidamente” se algum dia eles se formassem de modo significativo.  “Quando ouvi sobre esse grupo do Brics, seis países, basicamente, eu os ataquei com muita, muita força. E se algum dia eles realmente se formarem de modo significativo, isso acabará muito rapidamente”, disse Trump, sem mencionar os nomes dos países.  A Policia Federal cumpriu nesta sexta (18) mandados na casa de Jair Bolsonaro e no escritório do PL. Foram apreendidos cerca de US$ 14 mil e R$ 8.000 na operação, além de um pen drive. O celular dele também foi recolhido pelos agentes.  O ex-presidente usa a partir de agora uma tornozeleira eletrônica e será monitorado 24 horas por dia por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).  Bolsonaro foi ainda proibido pelo magistrado de acessar redes sociais e de falar com seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se licenciou do mandato e está nos EUA atuando para que o país aplique sanções a Moraes.  Terá que cumprir recolhimento domiciliar noturno, das 19h às 7h, e também nos fins de semana, em tempo integral; não poderá se comunicar com embaixadores e diplomatas estrangeiros nem se aproximar de embaixadas. Fonte: Bahia Noticias

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Chelsea vence PSG por 3 a 0 e conquista primeira Copa do Mundo de Clubes

O Chelsea se torna o campeão da primeira edição da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Em um desempenho dominante, os Blues atropelaram o Paris Saint-Germain por 3 a 0 na grande final, disputada neste sábado (13) no Estádio MetLife, em Nova Jersey. A vitória consagra o clube inglês como o primeiro vencedor do novo formato do torneio e marca seu segundo título mundial na história. O confronto colocou frente a frente um Chelsea que vinha de uma temporada de altos e baixos, campeão da Conference League, contra um PSG que havia conquistado tudo em sua temporada doméstica e a tão sonhada Champions League. No entanto, em campo, a história foi diferente. O Chelsea, que não vencia o PSG há onze anos, soube se impor no momento mais crucial. COMO FOI O JOGO? O Chelsea dominou a final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA contra o PSG desde o início. Aos 21 minutos do primeiro tempo, Cole Palmer abriu o placar. Pouco depois, aos 29, Palmer marcou novamente, ampliando a vantagem dos Blues. Antes do intervalo, aos 42 minutos, João Pedro, ex-Fluminense, fez o terceiro gol, finalizando o resultado da partida. No segundo tempo, o PSG tentou reagir, criando algumas chances, mas parou nas defesas do goleiro Robert Sánchez. A situação dos franceses piorou com a expulsão de João Neves, que recebeu cartão vermelho após revisão do VAR. O Chelsea manteve o controle do jogo e garantiu a vitória por 3 a 0, conquistando o título mundial. FICHA TÉCNICA  Chelsea 3 x 0 PSG Copa do Mundo de Clubes 2025 – Final Chelsea: Robert Sánchez; Gusto, Chalobah, Colwill e Cucurella; Moisés Caicedo, Reece James (Dewsbury-Hall) e Enzo Fernández (Andrey Santos); Palmer, João Pedro (Delap) e Pedro Neto (Nkunku). Técnico: Enzo Maresca. PSG: Donarumma; Hakimi (Gonçalo Ramos), Marquinhos, Lucas Beraldo e Nuno Mendes; Vitinha, João Neves e Fabián Ruiz (Zaïre-Emery); Doué (Mayulu), Dembélé e Kvaratskhelia (Bradley Barcola). Técnico: Luis Enrique. Cartões Amarelos: Pedro Neto, Moisés Caicedo, Gusto, Colwill (Chelsea); Kvaratskhelia, Nuno Mendes (PSG) Cartão Vermelho: João Neves (PSG) Arbitragem: Fonte: Bahia Noticias

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Taxação de Trump deixa 95 toneladas de mel encalhadas em porto no Ceará

A Casa Apis (Central de Cooperativas Apícolas do Semi-Árido Brasileiro) afirmou ontem que cerca de 95 toneladas de mel orgânico produzido no Piauí estão paradas no porto do Pecém, no Ceará. Segundo a organização, a suspensão da exportação se deu após o anúncio da tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros pelos EUA. O que aconteceuClientes norte-americanos pediram para cooperativas travarem o envio. Apesar de a nova tarifação valer só a partir 1º de agosto, eles temem que o mel não chegue a tempo nos portos dos EUA e seja taxado com a nova alíquota, encarecendo o valor do produto. Cancelamento foi feito na tarde de sexta-feira. Dois dias antes, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a aplicação de tarifas de importação de 50% sobre todos os produtos brasileiros, insinuando uma sanção contra atitudes das instituições brasileiras pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e sua derrota nas eleições de 2022. Infelizmente, recebemos o comunicado dos nossos clientes mandando suspender o embarque. Nós estamos com cinco contêineres, cerca de 95 toneladas de mel, no porto do Pecém, já feito todo o despacho aduaneiro só aguardando os navios fazerem as operações de embarque.Presidente geral da Casa Apis, Sitônio Dantas, em entrevista à TV Globo Mel já percorreu mais de 500 km de caminhão. O produto saiu do município de Pico (PI) até São Gonçalo do Amarante (CE), onde fica o porto. Do Ceará, seguiria de navio até os EUA. Central de cooperativas tenta negociar venda do produto que está em Pecém. “Fomos pegos de surpresa. A nossa representante nos EUA, que é uma brasileira, está tentando negociar negociar com esses clientes devido à ligação de amizade que nós temos com eles para ver se, pelo menos esses cinco que estão no Pecém, possam ser embarcados”, disse Dantas. Estimativa é de queda de 75% na exportação de alimentosTaxação de Trump pode provocar queda de até 75% nas exportações de alimentos para o mercado norte-americano. A estimativa é do Centro de Estudos do Agronegócio da FGV (Fundação Getúlio Vargas). O impacto direto atinge o agronegócio, responsável por cerca de US$ 12,1 bilhões dos embarques ao país em 2024. Medida pode provocar uma retração de até 0,41% no PIB (Produto Interno Bruto), especialmente se houver retaliação do Brasil. Fonte: Uol

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Carlo Ancelotti é condenado a um ano de prisão por fraude fiscal na Espanha

Atual técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti foi condenado pela Justiça espanhola a um ano de prisão por fraude fiscal cometida em 2014, quando comandava o Real Madrid em sua primeira passagem pelo clube. A decisão também prevê o pagamento de uma multa de 387 mil euros (cerca de R$ 2,4 milhões na cotação atual), além da proibição de receber subsídios ou benefícios públicos por um período de três anos. Segundo o Ministério Público da Espanha, Ancelotti deixou de declarar corretamente rendimentos relacionados a direitos de imagem, sonegando cerca de 1.062.079 euros — o equivalente a aproximadamente R$ 6,6 milhões. O caso se refere especificamente ao ano de 2014, já que o técnico foi absolvido de acusações semelhantes relativas a 2015. As informações foram divulgadas inicialmente pela agência EFE. Durante o julgamento, realizado nos dias 2 e 3 de abril deste ano, Ancelotti alegou desconhecimento da irregularidade e afirmou que seu foco era apenas no recebimento do salário líquido negociado com o clube espanhol. “Eu só estava preocupado em receber o salário líquido de seis milhões por três anos, e nunca percebi que algo estava errado, nem recebi nenhuma notificação de que o Ministério Público estava me investigando”, declarou o treinador durante a audiência. A sentença, no entanto, não deve afetar sua atuação à frente da Seleção Brasileira. Ancelotti foi anunciado como novo técnico do Brasil em maio deste ano e já fez sua estreia em jogos oficiais. Sob seu comando, a equipe empatou com o Equador e venceu o Paraguai pelas rodadas 15 e 16 das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026, assegurando matematicamente a vaga no torneio que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá. Fonte: Bahia Noticias

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Como extinção dos jumentos brasileiros virou dor de cabeça na China

Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos. A principal demanda pelo animal vem da indústria chinesa de ejiao, um produto feito a partir do colágeno extraído da pele dos jumentos. O material é comercializado na Ásia como suplemento para aumentar a vitalidade. Os dados são do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) e mostram que 248 mil animais foram abatidos entre 2018 e 2024, especialmente na Bahia. O concentra os três frigoríficos autorizados pelo SIF (Serviço de Inspeção Federal) para esse tipo de atividade. Segundo as entidades, o impacto é severo. O rebanho, que contabilizava 1,37 milhão de animais em 1999, foi para aproximadamente 78 mil em 2025, de acordo com dados da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do Agrostat. Ou seja, restam apenas seis jumentos para cada 100 que existiam há três décadas. O movimento aponta para uma possível extinção da espécie no Brasil nos próximos anos, caso o cenário permaneça inalterado. Fonte: Bahia Noticias

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Líder supremo do Irã pede ajuda da Rússia contra os Estados Unidos

Líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei pediu que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ajude o país após o ataque dos Estados Unidos a instalações militares iranianas no fim de semana. De acordo com a agência de notícias Reuters, o pedido foi feito durante a reunião entre o líder russo e o ministro das Relações Exteriores do país, Abbas Araqchi nesta segunda-feira (23). Putin chegou a condenar os ataques israelenses e americanos. Segundo o presidente russo, não havia justificativa para o bombardeio norte-americano ao Irã e que Moscou está tentando ajudar o povo iraniano.  “A agressão absolutamente não provocada contra o Irã não tem base nem justificativa. De nossa parte, estamos fazendo esforços para ajudar o povo iraniano”, declarou Putin a Araqchi. Ele ainda deve entregar para Putin uma carta de Ali Khamenei, buscando apoio ao Irã, que ainda não está concretizado pela diplomacia russa. No sábado, os Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra três instalações nucleares do Irã: Fordow, Natanz e Isfahan. A ação, coordenada com o governo israelense, inaugurou uma nova fase do conflito entre Israel e Irã.  Fonte: Bnews

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Sem negociações, Israel e Irã lançam novos ataques neste domingo

Israel e Irã lançaram novos ataques aéreos na tarde deste domingo (15), após fortes ataques ocorridos na madrugada. Israel bombardeou Teerã, capital do Irã, com uma nova onda de ataques na tarde deste domingo. O Exército israelense anunciou que começou a atacar dezenas de instalações de mísseis no oeste do Irã. “A força aérea lançou uma onda de bombardeios contra dezenas de alvos de mísseis terra-terra no oeste do Irã”, afirmou o Exército em um comunicado. Irã anunciou que os sistemas de defesa aérea foram ativados. Segundo informações da mídia local, os sistemas foram acionados em Teerã, capital do Irã, e em Kermanshah, cidade no oeste do país.  O exército israelense também anunciou a chegada de mísseis disparados pelo Irã. As sirenes de alerta aérea soaram neste domingo (15) no norte, centro e em parte do sul de Israel, após o Exército o anúncio das autoridades israelenses. “As sirenes soaram em várias regiões de Israel após a identificação de mísseis lançados do Irã contra o Estado de Israel”, indicou um comunicado do Exército, que convocou a população a se dirigir aos abrigos.  Um alto oficial militar iraniano disse que o país dará uma “resposta devastadora” aos ataques de Israel. “A dimensão da resposta devastadora dos bravos combatentes do Irã certamente abrangerá todas as partes dos territórios ocupados [Israel]”, disse o coronel Reza Sayyad, porta-voz das Forças Armadas.  “Deixem os territórios ocupados, pois eles certamente não serão mais habitáveis no futuro”, afirmou ele, acrescentando que os abrigos “não garantirão segurança”. A declaração foi transmitida pela televisão estatal. utros ataques já haviam ocorrido na madrugada. Jatos israelenses bombardearam Teerã e atingiram reservatórios de combustível. Já o Irã lançou mísseis balísticos contra Israel, alguns dos quais conseguiram escapar das defesas aéreas israelenses.  Chegou a 80 o total de mortos no Irã e a 14 as vítimas em Israel. A guerra começou na última sexta-feira (13), quando Israel atacou o país persa e seguem neste domingo, com ataques em Teerã, Jerusalém e Tel-Aviv.  O presidente Donald Trump pediu que Israel e Irã cheguem a um acordo para encerrar o conflito armado. “Irã e Israel devem fazer um acordo, e farão um acordo,” escreveu ele nesta manhã em uma postagem na Truth Social, sua plataforma de mídia social.  Os ataques da madrugada de hoje deixaram 11 mortos em Israel. Agora, são 14 o total de vítimas e 390 feridos, segundo os sites de notícias The Times of Israel e The Jerusalem Post. Um dos ataques atingiu edifícios residenciais no litoral e no norte de Israel. Outro bombardeio danificou estações de abastecimento para caças israelenses.  No Irã, os mortos somam 80 e os feridos 320, diz o site da Al Jazeera. O revide israelense foi um ataque à sede do Ministério da Defesa iraniano em Teerã na manhã deste domingo, de acordo com a agência de notícias semioficial Tasnim. O depósito de petróleo de Shahran, a noroeste de Teerã, também foi atingido. Fonte: Folhapress

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