Débora Regis rebate críticas e afirma que maternidade municipal só saiu do papel após continuidade da gestão

Bahia Debora Régis

A prefeita de Débora Regis afirmou, nesta quinta-feira (7), durante a assinatura da ordem de serviço para a construção da maternidade municipal de Lauro de Freitas, que a obra representa um marco histórico para a cidade e destacou o sentimento de pertencimento ao participar do início do projeto.

Emocionada, Débora ressaltou que a unidade será a primeira maternidade municipal da história do município e permitirá que mães laurofreitenses tenham seus filhos na própria cidade.

“É a primeira maternidade principal aqui na nossa cidade. A gente vai poder ter os nossos filhos aqui. E é muito importante isso”, declarou.

A prefeita também destacou que a obra é financiada pelo Governo Federal, por meio da Caixa Econômica Federal, mas será executada pela Prefeitura de Lauro de Freitas. Segundo ela, a gestão municipal teve papel decisivo para garantir que o projeto avançasse e saísse do papel.

“Quando assumi em 2025, já tinham feito de fato o cadastro, porém, se a gente não tivesse dado continuidade, não tinha ordem de serviço”, afirmou.

Débora Regis ainda rebateu críticas da oposição e afirmou que não permitirá que o momento seja transformado em disputa política.

“Não adianta falar um monte de besteira, pegar esse momento para transformar em politicagem, porque eu particularmente não vou deixar e jamais vou tomar obra de ninguém”, disse.

Durante o discurso, a prefeita também garantiu que a construção da maternidade terá ritmo acelerado e reforçou o compromisso da gestão em buscar recursos para ampliar os investimentos no município, independentemente da origem política.

“Essa obra não vai parar. Essa obra vai ser acelerada. O que tiver para vir para Lauro de Freitas, pode ser Governo Estadual, Governo Federal, qualquer recurso eu vou em busca, porque eu quero o melhor para Lauro de Freitas”, concluiu.

A maternidade municipal é considerada uma das obras mais aguardadas da área da saúde da cidade e deve fortalecer o atendimento materno-infantil na rede pública municipal.

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