Segundo ele, todas as lixeiras comuns foram substituídas por lixeiras ecológicas, além da implantação de nova iluminação em LED, proporcionando mais eficiência, economia e sustentabilidade ao espaço. Outro importante avanço foi a reabertura dos poços artesianos do Parque Ecológico, que estavam obstruídos e assoreados.
Brígido Neto ressaltou que, antes dessa intervenção, o parque gerava uma despesa mensal de aproximadamente R$ 14 mil com água. Hoje, após as melhorias, esse valor caiu para cerca de R$ 700 a R$ 800 por mês. Ele enfatizou que esse resultado é fruto do trabalho que vem sendo desenvolvido pela gestão, com foco em soluções sustentáveis e praticamente sem custo para o poder público.
De acordo com o secretário, boa parte dessas ações tem sido viabilizada por meio de contrapartidas ambientais, projetos de educação ambiental e também pelo incentivo à participação das empresas instaladas no município, que têm colaborado e se tornado parceiras da iniciativa.
Recentemente, também foi implantado o sistema de energia solar no Parque Ecológico, tornando-o o primeiro equipamento de lazer do município a se tornar autossuficiente na produção de energia. Trata-se de uma fonte renovável e limpa, que reforça o compromisso da gestão com a sustentabilidade e a inovação.
O secretário atribuiu esses resultados ao trabalho de gestão, à atuação de uma equipe qualificada na secretaria e à dedicação em buscar melhorias concretas para a população.
Por fim, Brígido Neto anunciou que o Parque Ecológico deverá receber, em breve, duas novidades importantes. Uma delas já está em fase final de conferência de projeto: a implantação de uma ciclovia no entorno de todo o parque, ampliando as opções de lazer, mobilidade e qualidade de vida para os frequentadores.

