O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Carlos Muniz (PSDB), rebateu as críticas da oposição quanto a celeridade e legitimidade da votação de projetos na Casa, afirmando que todos os ritos regimentais e prazos foram cumpridos.
Muniz iniciou sua fala explicando que a aprovação das matérias se deu pela superioridade numérica da base governista. “A realidade de aprovação é pelo número de votantes, então o número de votantes foi superior ao necessário”, declarou.
O presidente refutou a alegação de falta de tempo para discussão, destacando o rigor do processo legislativo. “Em relação ao tempo, o projeto aqui passou mais ou menos 90 dias para poder ser analisado, passou pelas comissões, como determina o regimento, como determina todas as leis. Tivemos audiências públicas em relação a todos os projetos que são criticados por eles,” garantiu.
Carlos Muniz afirmou que a crítica da oposição é infundada e que ele apenas cumpriu sua obrigação regimental. “Infelizmente, no caso da oposição, ele não tem número suficiente para barrar as votações, então não é o presidente que vai fazer isso. O presidente tem obrigação, quando é cobrado, pelo dos vereadores, de colocar o projeto em pauta, foi o que eu fiz,” concluiu, classificando a alegação como uma “cobrança infundada.”
Homenagem a Edivaldo Rotondano O presidente da CMS também expressou seu orgulho pela homenagem concedida ao desembargador do TJ-BA, José Edivaldo Rocha Rotondano, com a Medalha Thomé de Souza. “É algo que nos orgulha hoje de ele se tornar cidadão soteropolitano, que é a maior homenagem a Câmara Municipal”, finalizou.

